CARNAVAL: A verdade sobre a mentira da folia imoral e pagã
“Não vejo a hora de chegar a quarta-feira de cinzas...”
Numa linguagem cada vez mais rara de se ouvir, a repórter paraibana Raquel Sheherazade [foto], sem receio da “censura”, diz o que pensa a respeito do Carnaval brasileiro. Gostei muito do comentário feito por ela e, ao ouvi-la, pensei: “Como seria bom se no Brasil houvesse outros jornalistas com essa coragem: falar o que pensa, sem medo de ser considerado “politicamente incorreto”. O País lucraria enormemente!”
Calorosamente, felicito essa jornalista por dizer aquilo que muita gente gostaria de bradar, mas não têm “voz nem vez” — não têm à disposição um meio de comunicação, como, no caso, a TV Tambaú da Paraíba. Felicito também essa TV, por ter dado à jornalista a oportunidade de se expressar livremente, sem se incomodar com as “patrulhas ideológicas”.
Mas, infelizmente, há também muitas pessoas que gostariam de dizer verdades sobre o carnaval, mas ficam com medo de serem taxadas de “caretas”, “intolerantes”, “politicamente incorretas”, etc.
Raquel Sheherazade faz um muito oportuno e belo desabafo — feito corajosamente e de modo inteligente —, com o qual concordo 100%. Nestes dias de folia imoral e pagã, vale a pena ouví-la e divulgar o link para o vídeo:
http://blogdafamiliacatolica.blogspot.com/2012/02/carnaval-verdade-sobre-mentira-da-folia.html
Isto poderia ajudar a evitar que muitas famílias sejam “carnavalizadas”...
Postado por Paulo Roberto Campos
Fonte: Família Católica
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quinta-feira, 8 de março de 2012
URGENTE — Precisamos impedir que o Cristo Redentor seja insultado no carnaval
URGENTE — Precisamos impedir que o Cristo Redentor seja insultado no carnaval
Paulo Roberto Campos
prccampos@terra.com.br
No próximo carnaval carioca pretendem ridicularizar, zombar, conspurcar e profanar a sagrada Imagem do Cristo Redentor — símbolo das raízes católicas de nossa Pátria, batizada com o evocativo nome de Terra de Santa Cruz.
A escola de samba “Beija-Flor de Nilópolis” pretende levar para o “sambódromo” — sim, para aquele ambiente de folia, imoralidade, devassidão — uma imagem do Cristo Redentor!
Para impedir tal infâmia bastaria uma palavra da CNBB, especialmente do Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta. Mas, claro, nós também temos o dever de fazer algo para evitar a profanação. Para isso, dileto leitor, não deixe de participar do abaixo-assinado que será em breve entregue ao Senhor Arcebispo e também ao prefeito daquela maravilhosa cidade, o Sr. Eduardo Paes, pois a prefeitura é responsável pela organização do carnaval.
Não vamos permitir mais esta gravíssima ofensa a Nosso Senhor Jesus Cristo, representado em sua Sagrada Imagem no alto do Corcovado. Se esse ultraje acontecer, além de um sacrilégio, seria uma humilhação imposta a todos os católicos. Ademais, poderia atrair para o Brasil a cólera de Deus, pois, como afirma São Paulo Apóstolo, em sua Epístola aos Gálatas, “Não vos enganeis: de Deus não se zomba. O que o homem semeia, isso mesmo colherá” (Gal. VI, 7).
Mas vamos impedir essa zombaria ao Cristo Redentor e, assim, Ele continuará abençoando os cariocas e todos seus irmãos brasileiros. Então, participe agora mesmo dessa petição on-line. Depois convide seus amigos para também assinarem e ajudar a impedir tamanho escárnio a Nosso Divino Redentor e à nossa Fé.
Basta um click no seguinte link:
http://www.ipco.org.br/home/noticias/impeca-que-o-cristo-redentor-seja-mais-uma-vez-escarnecido-no-carnaval-do-rio-de-janeiro
ou
http://www.ipco.org.br
Fonte: Família Católica
Paulo Roberto Campos
prccampos@terra.com.br
No próximo carnaval carioca pretendem ridicularizar, zombar, conspurcar e profanar a sagrada Imagem do Cristo Redentor — símbolo das raízes católicas de nossa Pátria, batizada com o evocativo nome de Terra de Santa Cruz.
A escola de samba “Beija-Flor de Nilópolis” pretende levar para o “sambódromo” — sim, para aquele ambiente de folia, imoralidade, devassidão — uma imagem do Cristo Redentor!
Para impedir tal infâmia bastaria uma palavra da CNBB, especialmente do Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta. Mas, claro, nós também temos o dever de fazer algo para evitar a profanação. Para isso, dileto leitor, não deixe de participar do abaixo-assinado que será em breve entregue ao Senhor Arcebispo e também ao prefeito daquela maravilhosa cidade, o Sr. Eduardo Paes, pois a prefeitura é responsável pela organização do carnaval.
Não vamos permitir mais esta gravíssima ofensa a Nosso Senhor Jesus Cristo, representado em sua Sagrada Imagem no alto do Corcovado. Se esse ultraje acontecer, além de um sacrilégio, seria uma humilhação imposta a todos os católicos. Ademais, poderia atrair para o Brasil a cólera de Deus, pois, como afirma São Paulo Apóstolo, em sua Epístola aos Gálatas, “Não vos enganeis: de Deus não se zomba. O que o homem semeia, isso mesmo colherá” (Gal. VI, 7).
Mas vamos impedir essa zombaria ao Cristo Redentor e, assim, Ele continuará abençoando os cariocas e todos seus irmãos brasileiros. Então, participe agora mesmo dessa petição on-line. Depois convide seus amigos para também assinarem e ajudar a impedir tamanho escárnio a Nosso Divino Redentor e à nossa Fé.
Basta um click no seguinte link:
http://www.ipco.org.br/home/noticias/impeca-que-o-cristo-redentor-seja-mais-uma-vez-escarnecido-no-carnaval-do-rio-de-janeiro
ou
http://www.ipco.org.br
Fonte: Família Católica
domingo, 12 de fevereiro de 2012
O governo e a sua nova propaganda de Carnaval
O governo e a sua nova propaganda de Carnaval
11/02/2012 por Everth Queiroz Oliveira
O Carnaval está chegando e, com ele, muita coisa precisa – novamente – ser dita. A princípio, gostaria de parabenizar os católicos que, desejosos de imitar o modelo dos Santos, anseiam aproveitar a festa para participar de um retiro, reunir a família ou mesmo ir a uma festa mais moderada, com menos promiscuidade e mais responsabilidade.
O lembrete que faço é uma advertência do Catecismo:
“2339. A castidade comporta uma aprendizagem do domínio de si, que é uma pedagogia da liberdade humana. A alternativa é clara: ou o homem comanda suas paixões e obtém a paz, ou se deixa subjugar por elas e se torna infeliz. A dignidade do homem exige que ele possa agir de acordo com uma opção consciente e livre, isto é, movido e levado por convicção pessoal e não por força de um impulso interno cego ou debaixo de mera coação externa. O homem consegue esta dignidade quando, libertado de todo cativeiro das paixões, caminha para o seu fim pela escolha livre do bem e procura eficazmente os meios aptos com diligente aplicação.”
É importante lembrar que esta “aprendizagem do domínio de si” é sempre coisa a se aperfeiçoar. Não podemos nos julgar suficientemente fortes, de modo que nos esqueçamos de procurar os meios de conservar viva em nós a virtude da castidade. “O domínio de si mesmo é um trabalho a longo prazo”, lembra o mesmo Catecismo. Regra importante quando o assunto é castidade: buscar as forças em nós mesmos é um erro. É certo que de nós parte a atitude de evitar as ocasiões de pecado e fugir da ociosidade; mas tudo isto sem uma assiduidade nos Sacramentos – e na oração – significa que estamos confiando demais em nós mesmos, esquecendo-nos que a castidade “é também um dom de Deus, uma graça, um fruto da obra espiritual”.
* * *
Agora, parênteses. Acho não ser nem preciso lembrar que esta luta pela castidade é um verdadeiro “ir contra a corrente”. Apreendemos muito bem o modelo perverso de vida que os meios de comunicação propagam e as próprias instituições federais incentivam. Chega ao nosso conhecimento, pelo blog do Reinaldo Azevedo, uma propaganda do Ministério da Saúde, fomentando o sexo irresponsável e o uso da camisinha. O lema da propaganda é “Na empolgação, rola de tudo, só não rola sem camisinha”; se parece com aquele slogan de dois carnavais passados [“Seja qual for sua fantasia, use camisinha”], que já tinha comentado aqui. Só que, desta vez, o governo conseguiu ir ainda mais longe: a campanha contava com um vídeo de conteúdo “homoafetivo” (ao lado, imagens retiradas do vídeo).
A propaganda já foi retirada do site do Ministério da Saúde. No site Agência Brasil: “De acordo com a assessoria de imprensa do ministério, o vídeo foi feito para ser exibido exclusivamente em locais fechados, que recebem público homossexual, e não deveria ter sido disponibilizado na internet. Segundo o ministério, a postagem do vídeo no portal foi ‘um equívoco’.”
Equívoco ou não, o governo vai continuar promovendo campanhas deste tipo, incentivando o sexo sem compromisso; a família cristã continuará sendo atacada despudoradamente pelos meios de comunicação em massa e os nossos cidadãos permanecerão sendo taxados de moralistas pelos defensores dos maus costumes. Mas, “não arredaremos o pé”. Concordamos com Reinaldo Azevedo: “A camisinha é só uma barreira física. O que realmente pode combater a doença [a AIDS] são as interdições morais.” Uganda está aí para confirmar esta que também é a posição do Papa.
Graça e paz.
Salve Maria Santíssima!
Fonte: Ecclesia Una
11/02/2012 por Everth Queiroz Oliveira
O Carnaval está chegando e, com ele, muita coisa precisa – novamente – ser dita. A princípio, gostaria de parabenizar os católicos que, desejosos de imitar o modelo dos Santos, anseiam aproveitar a festa para participar de um retiro, reunir a família ou mesmo ir a uma festa mais moderada, com menos promiscuidade e mais responsabilidade.
O lembrete que faço é uma advertência do Catecismo:
“2339. A castidade comporta uma aprendizagem do domínio de si, que é uma pedagogia da liberdade humana. A alternativa é clara: ou o homem comanda suas paixões e obtém a paz, ou se deixa subjugar por elas e se torna infeliz. A dignidade do homem exige que ele possa agir de acordo com uma opção consciente e livre, isto é, movido e levado por convicção pessoal e não por força de um impulso interno cego ou debaixo de mera coação externa. O homem consegue esta dignidade quando, libertado de todo cativeiro das paixões, caminha para o seu fim pela escolha livre do bem e procura eficazmente os meios aptos com diligente aplicação.”
É importante lembrar que esta “aprendizagem do domínio de si” é sempre coisa a se aperfeiçoar. Não podemos nos julgar suficientemente fortes, de modo que nos esqueçamos de procurar os meios de conservar viva em nós a virtude da castidade. “O domínio de si mesmo é um trabalho a longo prazo”, lembra o mesmo Catecismo. Regra importante quando o assunto é castidade: buscar as forças em nós mesmos é um erro. É certo que de nós parte a atitude de evitar as ocasiões de pecado e fugir da ociosidade; mas tudo isto sem uma assiduidade nos Sacramentos – e na oração – significa que estamos confiando demais em nós mesmos, esquecendo-nos que a castidade “é também um dom de Deus, uma graça, um fruto da obra espiritual”.
* * *
Agora, parênteses. Acho não ser nem preciso lembrar que esta luta pela castidade é um verdadeiro “ir contra a corrente”. Apreendemos muito bem o modelo perverso de vida que os meios de comunicação propagam e as próprias instituições federais incentivam. Chega ao nosso conhecimento, pelo blog do Reinaldo Azevedo, uma propaganda do Ministério da Saúde, fomentando o sexo irresponsável e o uso da camisinha. O lema da propaganda é “Na empolgação, rola de tudo, só não rola sem camisinha”; se parece com aquele slogan de dois carnavais passados [“Seja qual for sua fantasia, use camisinha”], que já tinha comentado aqui. Só que, desta vez, o governo conseguiu ir ainda mais longe: a campanha contava com um vídeo de conteúdo “homoafetivo” (ao lado, imagens retiradas do vídeo).
A propaganda já foi retirada do site do Ministério da Saúde. No site Agência Brasil: “De acordo com a assessoria de imprensa do ministério, o vídeo foi feito para ser exibido exclusivamente em locais fechados, que recebem público homossexual, e não deveria ter sido disponibilizado na internet. Segundo o ministério, a postagem do vídeo no portal foi ‘um equívoco’.”
Equívoco ou não, o governo vai continuar promovendo campanhas deste tipo, incentivando o sexo sem compromisso; a família cristã continuará sendo atacada despudoradamente pelos meios de comunicação em massa e os nossos cidadãos permanecerão sendo taxados de moralistas pelos defensores dos maus costumes. Mas, “não arredaremos o pé”. Concordamos com Reinaldo Azevedo: “A camisinha é só uma barreira física. O que realmente pode combater a doença [a AIDS] são as interdições morais.” Uganda está aí para confirmar esta que também é a posição do Papa.
Graça e paz.
Salve Maria Santíssima!
Fonte: Ecclesia Una
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