Mudança de horário do atendimento na Cúria
Data: 22/12/2011 - 00:56H
Caríssimos Presbíteros e Religiosos(as), Secretárias (os) Paroquiais, Coordenadores (as) Paroquiais de Pastoral, Coordenadores (as) de Comunidades, Coordenadores (as) de Pastorais, Organismos, Movimentos e Serviço e todo Povo de Deus.
"O povo que andava nas trevas viu uma grande luz"! (Is 9,1)
É tempo de Natal, de esperança, de nova criação. Tempo de unir as forças e retomar o caminho para alcançarmos o nosso objetivo. Cada Natal nos chega como um recado de que Deus não se esqueceu da humanidade. É a esperança que se renova em nossos corações. Em meio a esse mundo marcado pelas trevas da violência, da corrupção, do pecado, somos chamados a fazer brilhar a luz de Cristo.
É momento de fazer renascer a fé e acreditar que é possível um mundo novo e uma sociedade justa, onde a vida é respeitada e promovida.
É de nossa fé em Cristo que nasce a solidariedade como atitude permanente de encontro, irmandade e serviço (DAp 394). A dedicação de muitos agentes de pastorais, de nossos presbíteros e religiosos fizeram com que a Arquidiocese pudesse avançar neste ano de 2011. Celebremos a encarnação, descruzando nossos braços, renovando nosso ardor e nossas estruturas. Continuemos construindo uma Igreja viva, Comunidade de Comunidades (DAp 172), comprometida com o Reino de Deus ao longo de 2012.
Acompanhe-nos o Deus menino que do presépio nos ensina que "tudo o que tem a ver com Cristo, tem a ver com os pobres e tudo o que está relacionado com eles tem a ver com Jesus" (DAp 393).
Com esta Mensagem, seguem importantes orientações, no tocante à Cúria e ao Centro de Pastoral, para o bom funcionamento dos serviços arquidiocesanos e a administração em 2012:
A Cúria é o conjunto de organismos e pessoas que ajudam o Arcebispo no governo de toda a Arquidiocese. Ela abrange o mais amplo exercício de atividades na Arquidiocese: direção da ação pastoral; administração da Arquidiocese; exercício do poder judiciário e Tribunal Eclesiástico. Todas essas atividades devem estar em perfeita e profunda harmonia entre si, para, assim, auxiliarem o Arcebispo no seu ofício pastoral. A ação da cúria é toda voltada para a ação episcopal pastoral, de governo e judicial. Está a cúria ao lado do Arcebispo a serviço do reino de Deus.
Neste sentido, após um tempo de conversas, de acompanhamento e avaliação, percebeu-se que a Cúria necessitava de um Regimento Interno, pretendendo-se organizar as atividades dos colaboradores imediatos do Arcebispo de maneira mais adequada e eficaz, com vista a responder às necessidades do nosso tempo. Com a entrada em vigor do novo Regimento Interno se aposta em mais qualidade e eficiência, ultrapassando meras burocracias, mas assegurando o cumprimento das orientações canônicas, da Igreja Universal (CDC 469-474) e da Arquidiocese, de modo que os colaboradores/agentes pastorais apreciem a atitude de cumprir para o bem do povo.
A partir de janeiro de 2012 a Cúria e o Centro de Pastoral vão ter novos horários. Ninguém será prejudicado, mas os serviços se tornarão mais eficientes:
NOVO HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:
2ª a 6ª feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h. E aos sábados das 8h às 12h.
QUANTO AOS AGENDAMENTOS PARA O ANO DE 2012: DOM MOACYR, CENTRO DE PASTORAL E OUTRAS ATIVIDADES:
A partir de 06 de fevereiro de 2012.
ESTE ANO A CÚRIA NÃO FARÁ RECESSO. Em virtude do Natal e Ano Novo o expediente do dia 23/12(6ª feira) e do dia 30/12(6ª feira) será das 8h às 10h30. De 26 a 29/12, o expediente será normal. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: (69) 3221.2270 ou 3224.1590.
Votos de um renovado Natal e de um Ano Novo iluminado, a serviço da vida, de Jesus Cristo e dos irmãos, especialmente os mais pobres e sofridos.
Porto Velho, 20 de dezembro de 2012.
Dom Moacyr Grechi – Arcebispo de Porto Velho
Pe. Geraldo Siqueira de Almeida – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral
Pe. Antônio Fontinele de Melo – Ecônomo Arquidiocesano
Fonte: http://www.arquidiocese.com.br e Arquidiocese de Porto Velho
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domingo, 8 de janeiro de 2012
Um novo ano com justiça e paz!
Um novo ano com justiça e paz!
Data: 04/01/2012 - 20:41H
Dom Moacyr
Em 2012 queremos construir um futuro melhor, uma nova ordem política para nosso Estado e para o Brasil, com justiça e paz.
Neste novo ano, continuaremos acreditando na força das minorias, na comunhão das Comunidades Eclesiais de Base. Continuaremos tendo fé na convergência das lutas sociais, dos explorados pelo capital, da reorganização dos movimentos sociais e novas formações políticas associadas à classe trabalhadora para a construção de um contra-poder com menos desigualdades e mais fraternidade.
O Papa Bento XVI em sua mensagem para o Dia Mundial da Paz destaca que “uma escuridão parece ter coberto este tempo e não nos permite ver com clareza a luz do dia”. Reconhece que, em 2011, “houve um aumento no sentimento de frustração devido à crise que atingiu a economia e o trabalho”. Devemos, no entanto, “levantar os olhos para Deus”, acolher este “inicio de um novo ano” como "dom de Deus à humanidade”, defender o bem comum, tendo “olhos capazes de ver “coisas novas” (Is 42,9;48,6).
Na mensagem intitulada “Educar os jovens na justiça e na paz”, o Santo Padre pergunta: “Com qual atitude devemos olhar para o novo ano? No salmo 130, encontramos uma imagem muito bela. O salmista diz que o homem de fé aguarda pelo Senhor “mais do que a sentinela pela aurora” (v. 6), aguarda por Ele com firme esperança, porque sabe que trará luz, misericórdia, salvação. Esta expectativa nasce da experiência do povo eleito, que reconhece ter sido educado por Deus a olhar o mundo na sua verdade sem se deixar abater pelas tribulações.
Somos convidados a olhar o ano de 2012 com esta atitude confiante. E a nos revestir de uma perspectiva educativa: “educando os jovens para a justiça e a paz”, convictos de que eles podem, com o seu entusiasmo e idealismo, oferecer uma nova esperança ao mundo.
As preocupações manifestadas por muitos jovens nestes últimos tempos, em várias regiões do mundo, exprimem o desejo de poder olhar para o futuro com fundada esperança; o desejo de receber uma formação que os prepare de maneira mais profunda para enfrentar a realidade, a dificuldade de formar uma família e encontrar um emprego estável, a capacidade efetiva de intervir no mundo da política, da cultura e da economia contribuindo para a construção duma sociedade de rosto mais humano e solidário.
A Igreja olha para os jovens com esperança, tem confiança neles e encoraja-os a procurarem a verdade, a defenderem o bem comum. E quais são os lugares onde amadurece uma verdadeira educação para a paz e a justiça? Antes de tudo, a família, já que os pais são os primeiros educadores. É na família que aprendem a solidariedade entre as gerações, o respeito pelas regras, o perdão e o acolhimento do outro. Esta é a primeira escola, onde se educa para a justiça e a paz.
Também os jovens devem ter a força de fazer um uso bom e consciente da liberdade, pois lhes cabe em tudo isto uma grande responsabilidade: são responsáveis pela sua própria educação e formação para a justiça e a paz.
O rosto humano duma sociedade depende muito da contribuição da educação para manter viva esta questão inevitável. De fato, a educação diz respeito à formação integral da pessoa, incluindo a dimensão moral e espiritual do seu ser, tendo em vista o seu fim último e o bem da sociedade a que pertence. Por isso, a primeira educação consiste em aprender a reconhecer no homem a imagem do Criador e a ter um profundo respeito por cada ser humano e ajudar os outros a realizarem uma vida conforme a esta sublime dignidade.
No nosso mundo, onde o valor da pessoa, da sua dignidade e dos seus direitos está seriamente ameaçado pela tendência generalizada de recorrer exclusivamente aos critérios da utilidade, do lucro e do ter, é importante não separar das suas raízes transcendentes o conceito de justiça. A justiça não é uma simples convenção humana, pois o que é justo determina-se originariamente não pela lei positiva, mas pela identidade profunda do ser humano. É a visão integral do homem que impede de cair numa concepção contratualista da justiça e permite abrir também para ela o horizonte da solidariedade e do amor.
Não podemos ignorar que certas correntes da cultura moderna, apoiadas em princípios econômicos racionalistas e individualistas, alienaram das suas raízes transcendentes o conceito de justiça, separando-o da caridade e da solidariedade. Ora a “cidade do homem” não se move apenas por relações feitas de direitos e de deveres, mas antes e, sobretudo por relações de gratuidade, misericórdia e comunhão. A caridade manifesta sempre, mesmo nas relações humanas, o amor de Deus; dá valor teologal e salvífico a todo o empenho de justiça no mundo.
A paz não é possível na terra sem a salvaguarda dos bens das pessoas, a livre comunicação entre os seres humanos, o respeito pela dignidade das pessoas e dos povos e a prática assídua da fraternidade. A paz é fruto da justiça e efeito da caridade. É, antes de tudo, dom de Deus.
A paz, porém, não é apenas dom a ser recebido, mas obra a ser construída. Para sermos verdadeiramente artífices de paz, devemos educar-nos para a compaixão, a solidariedade, a colaboração, a fraternidade, ser ativos dentro da comunidade e solícitos em despertar as consciências para as questões nacionais e internacionais e para a importância de procurar adequadas modalidades de redistribuição da riqueza, de promoção do crescimento, de cooperação para o desenvolvimento e de resolução dos conflitos.
Que em 2012 saibamos construir essa paz que nasce da justiça de cada um, e que ninguém se subtraia a este compromisso essencial de promover a justiça segundo as respectivas competências e responsabilidades. Feliz Novo Ano!
Fonte: http://www.arquidiocese.com.br e Arquidiocese de Porto Velho
Data: 04/01/2012 - 20:41H
Dom Moacyr
Em 2012 queremos construir um futuro melhor, uma nova ordem política para nosso Estado e para o Brasil, com justiça e paz.
Neste novo ano, continuaremos acreditando na força das minorias, na comunhão das Comunidades Eclesiais de Base. Continuaremos tendo fé na convergência das lutas sociais, dos explorados pelo capital, da reorganização dos movimentos sociais e novas formações políticas associadas à classe trabalhadora para a construção de um contra-poder com menos desigualdades e mais fraternidade.
O Papa Bento XVI em sua mensagem para o Dia Mundial da Paz destaca que “uma escuridão parece ter coberto este tempo e não nos permite ver com clareza a luz do dia”. Reconhece que, em 2011, “houve um aumento no sentimento de frustração devido à crise que atingiu a economia e o trabalho”. Devemos, no entanto, “levantar os olhos para Deus”, acolher este “inicio de um novo ano” como "dom de Deus à humanidade”, defender o bem comum, tendo “olhos capazes de ver “coisas novas” (Is 42,9;48,6).
Na mensagem intitulada “Educar os jovens na justiça e na paz”, o Santo Padre pergunta: “Com qual atitude devemos olhar para o novo ano? No salmo 130, encontramos uma imagem muito bela. O salmista diz que o homem de fé aguarda pelo Senhor “mais do que a sentinela pela aurora” (v. 6), aguarda por Ele com firme esperança, porque sabe que trará luz, misericórdia, salvação. Esta expectativa nasce da experiência do povo eleito, que reconhece ter sido educado por Deus a olhar o mundo na sua verdade sem se deixar abater pelas tribulações.
Somos convidados a olhar o ano de 2012 com esta atitude confiante. E a nos revestir de uma perspectiva educativa: “educando os jovens para a justiça e a paz”, convictos de que eles podem, com o seu entusiasmo e idealismo, oferecer uma nova esperança ao mundo.
As preocupações manifestadas por muitos jovens nestes últimos tempos, em várias regiões do mundo, exprimem o desejo de poder olhar para o futuro com fundada esperança; o desejo de receber uma formação que os prepare de maneira mais profunda para enfrentar a realidade, a dificuldade de formar uma família e encontrar um emprego estável, a capacidade efetiva de intervir no mundo da política, da cultura e da economia contribuindo para a construção duma sociedade de rosto mais humano e solidário.
A Igreja olha para os jovens com esperança, tem confiança neles e encoraja-os a procurarem a verdade, a defenderem o bem comum. E quais são os lugares onde amadurece uma verdadeira educação para a paz e a justiça? Antes de tudo, a família, já que os pais são os primeiros educadores. É na família que aprendem a solidariedade entre as gerações, o respeito pelas regras, o perdão e o acolhimento do outro. Esta é a primeira escola, onde se educa para a justiça e a paz.
Também os jovens devem ter a força de fazer um uso bom e consciente da liberdade, pois lhes cabe em tudo isto uma grande responsabilidade: são responsáveis pela sua própria educação e formação para a justiça e a paz.
O rosto humano duma sociedade depende muito da contribuição da educação para manter viva esta questão inevitável. De fato, a educação diz respeito à formação integral da pessoa, incluindo a dimensão moral e espiritual do seu ser, tendo em vista o seu fim último e o bem da sociedade a que pertence. Por isso, a primeira educação consiste em aprender a reconhecer no homem a imagem do Criador e a ter um profundo respeito por cada ser humano e ajudar os outros a realizarem uma vida conforme a esta sublime dignidade.
No nosso mundo, onde o valor da pessoa, da sua dignidade e dos seus direitos está seriamente ameaçado pela tendência generalizada de recorrer exclusivamente aos critérios da utilidade, do lucro e do ter, é importante não separar das suas raízes transcendentes o conceito de justiça. A justiça não é uma simples convenção humana, pois o que é justo determina-se originariamente não pela lei positiva, mas pela identidade profunda do ser humano. É a visão integral do homem que impede de cair numa concepção contratualista da justiça e permite abrir também para ela o horizonte da solidariedade e do amor.
Não podemos ignorar que certas correntes da cultura moderna, apoiadas em princípios econômicos racionalistas e individualistas, alienaram das suas raízes transcendentes o conceito de justiça, separando-o da caridade e da solidariedade. Ora a “cidade do homem” não se move apenas por relações feitas de direitos e de deveres, mas antes e, sobretudo por relações de gratuidade, misericórdia e comunhão. A caridade manifesta sempre, mesmo nas relações humanas, o amor de Deus; dá valor teologal e salvífico a todo o empenho de justiça no mundo.
A paz não é possível na terra sem a salvaguarda dos bens das pessoas, a livre comunicação entre os seres humanos, o respeito pela dignidade das pessoas e dos povos e a prática assídua da fraternidade. A paz é fruto da justiça e efeito da caridade. É, antes de tudo, dom de Deus.
A paz, porém, não é apenas dom a ser recebido, mas obra a ser construída. Para sermos verdadeiramente artífices de paz, devemos educar-nos para a compaixão, a solidariedade, a colaboração, a fraternidade, ser ativos dentro da comunidade e solícitos em despertar as consciências para as questões nacionais e internacionais e para a importância de procurar adequadas modalidades de redistribuição da riqueza, de promoção do crescimento, de cooperação para o desenvolvimento e de resolução dos conflitos.
Que em 2012 saibamos construir essa paz que nasce da justiça de cada um, e que ninguém se subtraia a este compromisso essencial de promover a justiça segundo as respectivas competências e responsabilidades. Feliz Novo Ano!
Fonte: http://www.arquidiocese.com.br e Arquidiocese de Porto Velho
CELEBRAÇÃO PELO DIA DO CRISTÃO LEIGO E LEIGA - DIA 19/11/2011
CELEBRAÇÃO PELO DIA DO CRISTÃO LEIGO E LEIGA - DIA 19/11/2011
Paróquia Sagrado Coração de Jesus - Catedral
Data: 03/11/2011 - 14:42H
Aos Presbíteros,
Coordenadores Paroquiais de Pastoral,
Coordenadores de Comunidades,
Coordenadores e Membros de Pastorais, Movimentos e Serviços em Nível Arquidiocesano e Paroquial,
Membros dos Grupos de Reflexão,
Religiosos e Religiosas
E a todo Povo de Deus,
Tema: Discípulo Missionário, Herdeiro de uma caminhada
O mês missionário é marcado pelas festas de Nossa Senhora, sob tantos títulos (Aparecida, Nazaré, Rosário). Ela, que conservava todos os acontecimentos e palavras referentes ao seu filho Jesus, meditando-os no seu coração (Lc 2,19), é modelo de discípula missionária.
Estamos em plena Campanha Missionária, vivenciando uma jornada de fé, uma festa de solidariedade em favor da missão universal da Igreja. De fato, este mês é para os cristãos de todo o mundo um renovado convite para agradecer a Deus o dom da fé e um apelo à corresponsabilidade na evangelização hoje e sempre, aqui e em todo o mundo.
“Os cristãos Leigos são homens e mulheres da Igreja no coração do mundo, homens e mulheres do mundo no coração da Igreja” (DAp 210).
A Arquidiocese de Porto Velho reúne os leigos engajados nas comunidades, pastorais, movimentos e serviços, presbíteros e religiosos, para, em comunhão com seu bispo, reafirmarmos nossa fé e pertença eclesial e renovarmos nossos compromissos de discípulos missionários.
João Paulo II dizia-nos “a Evangelização do Continente não pode realizar-se hoje sem a colaboração dos fiéis leigos” (EAm 44). O Documento de Aparecida retoma e reafirma as posições do Concílio Vaticano II de que os Leigos são membros efetivos do Povo de Deus e são Igreja.
Duas são as dimensões da vocação laical: em uma os Leigos são chamados a exercerem diversas ações na comunidade eclesial e em diferentes formas de apostolado. Devem dar seu testemunho de vida e assumir diversos ministérios e serviços na evangelização, na catequese, na animação de comunidades, na liturgia, dentre outros (DAp 211). A outra dimensão é a de atuar no mundo, “a vinha do Senhor”, com a tarefa de ser fermento, sal e luz seja pelo testemunho seja pela ação transformadora na construção da sociedade justa e solidária, conforme os critérios evangélicos. Essa missão específica deve ser vivenciada pelos leigos na política, na realidade social, na economia, nos meios de comunicação, nos sindicatos, no mundo do trabalho urbano e rural, na cultura, na família e em tantas outras realidades (D. José Luiz Bertanha). (EN 70; DAp 210).
Para realizar sua missão com competência e responsabilidade, os leigos “necessitam de sólida formação doutrinal, pastoral, espiritual e adequado acompanhamento para darem testemunho de Jesus Cristo e dos valores do Reino na vida social, econômica, política e cultural” (DAp 212).
O protagonismo dos leigos está presente na caminhada da Igreja através de todos os seus fiéis e de suas lideranças que promovem e levam à frente a tarefa da evangelização sempre em união com seus pastores.
A experiência vivida na Festa do Leigo de 2010 realizada no Ginásio do OSEM nos motiva a mais uma vez nos encontrarmos e celebrarmos este grande dia. Portanto, convidem todas as forças vivas de nossas comunidades, venham em caravanas, tragam faixas e bandeiras. “Pois a principal manifestação da Igreja se realiza na plena e ativa participação de todo Povo de Deus, na mesma Eucaristia numa única oração junto a um só altar presidido pelo bispo, cercado de seus presbíteros” (SC 41).
DATA: 19 de novembro de 2011
LOCAL: Auditório da Catedral Sagrado Coração de Jesus
HORÁRIO: 17 horas
Porto Velho, 07 de Outubro de 2011
(Festa de Nossa Senhora do Rosário)
Dom Moacyr Grechi
Arcebispo de Porto Velho
Fonte: www.arquidiocesedeportovelho.com.br
Paróquia Sagrado Coração de Jesus - Catedral
Data: 03/11/2011 - 14:42H
Aos Presbíteros,
Coordenadores Paroquiais de Pastoral,
Coordenadores de Comunidades,
Coordenadores e Membros de Pastorais, Movimentos e Serviços em Nível Arquidiocesano e Paroquial,
Membros dos Grupos de Reflexão,
Religiosos e Religiosas
E a todo Povo de Deus,
Tema: Discípulo Missionário, Herdeiro de uma caminhada
O mês missionário é marcado pelas festas de Nossa Senhora, sob tantos títulos (Aparecida, Nazaré, Rosário). Ela, que conservava todos os acontecimentos e palavras referentes ao seu filho Jesus, meditando-os no seu coração (Lc 2,19), é modelo de discípula missionária.
Estamos em plena Campanha Missionária, vivenciando uma jornada de fé, uma festa de solidariedade em favor da missão universal da Igreja. De fato, este mês é para os cristãos de todo o mundo um renovado convite para agradecer a Deus o dom da fé e um apelo à corresponsabilidade na evangelização hoje e sempre, aqui e em todo o mundo.
“Os cristãos Leigos são homens e mulheres da Igreja no coração do mundo, homens e mulheres do mundo no coração da Igreja” (DAp 210).
A Arquidiocese de Porto Velho reúne os leigos engajados nas comunidades, pastorais, movimentos e serviços, presbíteros e religiosos, para, em comunhão com seu bispo, reafirmarmos nossa fé e pertença eclesial e renovarmos nossos compromissos de discípulos missionários.
João Paulo II dizia-nos “a Evangelização do Continente não pode realizar-se hoje sem a colaboração dos fiéis leigos” (EAm 44). O Documento de Aparecida retoma e reafirma as posições do Concílio Vaticano II de que os Leigos são membros efetivos do Povo de Deus e são Igreja.
Duas são as dimensões da vocação laical: em uma os Leigos são chamados a exercerem diversas ações na comunidade eclesial e em diferentes formas de apostolado. Devem dar seu testemunho de vida e assumir diversos ministérios e serviços na evangelização, na catequese, na animação de comunidades, na liturgia, dentre outros (DAp 211). A outra dimensão é a de atuar no mundo, “a vinha do Senhor”, com a tarefa de ser fermento, sal e luz seja pelo testemunho seja pela ação transformadora na construção da sociedade justa e solidária, conforme os critérios evangélicos. Essa missão específica deve ser vivenciada pelos leigos na política, na realidade social, na economia, nos meios de comunicação, nos sindicatos, no mundo do trabalho urbano e rural, na cultura, na família e em tantas outras realidades (D. José Luiz Bertanha). (EN 70; DAp 210).
Para realizar sua missão com competência e responsabilidade, os leigos “necessitam de sólida formação doutrinal, pastoral, espiritual e adequado acompanhamento para darem testemunho de Jesus Cristo e dos valores do Reino na vida social, econômica, política e cultural” (DAp 212).
O protagonismo dos leigos está presente na caminhada da Igreja através de todos os seus fiéis e de suas lideranças que promovem e levam à frente a tarefa da evangelização sempre em união com seus pastores.
A experiência vivida na Festa do Leigo de 2010 realizada no Ginásio do OSEM nos motiva a mais uma vez nos encontrarmos e celebrarmos este grande dia. Portanto, convidem todas as forças vivas de nossas comunidades, venham em caravanas, tragam faixas e bandeiras. “Pois a principal manifestação da Igreja se realiza na plena e ativa participação de todo Povo de Deus, na mesma Eucaristia numa única oração junto a um só altar presidido pelo bispo, cercado de seus presbíteros” (SC 41).
DATA: 19 de novembro de 2011
LOCAL: Auditório da Catedral Sagrado Coração de Jesus
HORÁRIO: 17 horas
Porto Velho, 07 de Outubro de 2011
(Festa de Nossa Senhora do Rosário)
Dom Moacyr Grechi
Arcebispo de Porto Velho
Fonte: www.arquidiocesedeportovelho.com.br
CARTA PASTORAL CONVOCA COLETIVA DE IMPRENSA PARA ANÚNCIO DO NOVO ARCEBISPO
Comunidade Nossa Senhora Auxiliadora - Abunã
Data: 25/11/2011 - 02:43H
“O último de todos e o servo de todos”. (Mc 9,35)
Aos Presbíteros, Religiosos (as), Membros do Conselho Arquidiocesano de Pastoral Porto Velho e Ariquemes, Coordenadores de Pastoral Paroquial e Comunitário, Animadores (as), Leigos (as) e todo o Povo de Deus.
“Diocese é a porção do Povo de Deus, que se confia a um Bispo para que a apascente com a colaboração do presbitério, de tal modo que, unida ao seu pastor e reunida por ele no Espírito Santo por meio do Evangelho e da Eucaristia, constitui uma Igreja particular, na qual está e opera a Igreja de Cristo, una, santa, católica e apostólica. Cada Bispo, a quem é confiada uma igreja particular, apascenta em nome do Senhor as suas ovelhas, sob a autoridade do Sumo Pontífice, como próprio, ordinário e imediato pastor, exercendo em favor das mesmas o múnus de ensinar, santificar e governar. Deve, porém, reconhecer os direitos que legitimamente competem quer aos Patriarcas quer a outras autoridades hierárquicas”. Decreto Christus Dominus - Sobre o múnus Pastoral dos Bispos na Igreja)
É do conhecimento de Vossa Senhoria (Vossa Reverendíssima) que em 19 de janeiro de 2011 ao completar os meus 75 anos de vida escrevi ao Santo Padre o Papa Bento XVI renunciando à Arquidiocese de Porto Velho em conformidade com o cânon 401, parágrafo 1º do Código de Direito Canônico, que diz: “O Bispo Diocesano que tiver completado setenta e cinco anos de idade é solicitado a apresentar a renúncia do ofício ao Sumo Pontífice, que, ponderando todas as circunstâncias, tomará providências”. Como diz a bela expressão de Santo Inácio de Antioquia, “o Bispo é como a imagem de Deus Pai”. A nomeação de um bispo passa, necessariamente, pela mediação humana, mas é fruto, sobretudo, da ação do Espírito Santo e da vontade do Senhor, cuja expressão inequívoca é a nomeação por parte do Papa. É certo: “A voz do Senhor chama como aos Doze na primeira hora da pregação do Reino: Vem e Segue-me”. Agradeço ao Santo Padre, o Papa Bento XVI, por ter aceito o meu pedido.
Para tanto convoco a todos e a todas para fazerem parte desse processo, sobretudo na ocasião em que através de uma “Coletiva à Imprensa” farei o anúncio oficial do nome daquele que dará continuidade à missão pastoral da nossa Igreja Arquidiocesana.
DATA: 30 de novembro de 2011.
HORÁRIO: 9h
LOCAL: Centro de Pastoral. Av. Carlos Gomes, 964, Centro.
Na fraternidade que nos une,
Porto Velho, 23 de novembro de 2011.
Dom Moacyr Grechi
Arcebispo Metropolitano de Porto Velho
Fonte: http://www.arquidiocese.com.br e Arquidiocese de Porto Velho
Carta de Dom Esmeraldo ao Povo de Deus em Porto Velho (RO)
Carta de Dom Esmeraldo ao Povo de Deus em Porto Velho (RO)
Comunidade Nossa Senhora Auxiliadora - Abunã
Data: 05/12/2011 - 12:19H
Queridos Irmãos e Irmãs da Arquidiocese Sagrado Coração de Jesus em Porto Velho,
Irmãos Religiosos e Religiosas,
Irmãos Seminaristas,
Irmãos Presbíteros.
Preparando-nos para celebrar o Natal de Jesus Cristo, recebo o chamado de Deus para me dirigir a Porto Velho. Pouco conheço da história e da vida dessa Igreja Particular, mas sei que aí também há um povo numeroso que pertence a Deus (cf. At 18,10), que tem acolhido a sua santa Palavra e assumido o caminho do seguimento a Jesus Cristo, como caminho para a edificação do Reino de Deus. Em meio a esse povo, Deus colocou o seu servo pastor missionário D. Moacyr Grechi.
A celebração do Natal que se aproxima me faz mergulhar com maior intensidade no Mistério da Encarnação do Filho de Deus, para que, animado com as várias testemunhas da fé dessa Igreja de Porto Velho, possa estar com os olhos fixos em Jesus, que vai à frente da nossa fé e a leva à perfeição (cf. Hb 12,1-2).
O Mistério da Encarnação nos convida a contemplar na realidade de hoje, realidades urbana e rural, a ação do Espírito de Deus. Por isso, em meio às dificuldades, sofrimentos, alegrias e desafios, o olhar que nos envolve é o olhar da esperança que não decepciona porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações (cf. Rm 5,5). Essa contemplação precisa marcar de modo muito claro a nossa espiritualidade a fim de que, superada toda dicotomia, o processo de evangelização possa continuar avançando com atenção à pessoa, oferecendo sempre mais oportunidades para o encontro com Jesus e a vivência em comunidade.
Jesus, ao assumir as realidades da vida, nos aponta para o projeto do Pai, a fim de contribuirmos para a edificação do seu Reino, Reino de justiça, de solidariedade, de partilha, de paz que marque concretamente a vida de nossa sociedade.
Em 1972, reunidos em Santarém (Pa), os bispos da Amazônia deixaram um belo testemunho escrito que continua sendo muito atual, porque fundado na vida de Jesus Cristo, seu mistério da Encarnação e da Páscoa, inspirado no Vaticano II, na encíclica Populorum Progressio e em Medellín e também porque os bispos traziam no coração a realidade do povo da Amazônia e, diante dos desafios, pediam luzes ao Espírito Santo. Esse documento revela o sentido profundo da comunhão que os bispos da Amazônia sempre buscaram, desde aquele primeiro encontro em 1952, por ocasião do Congresso Eucarístico em Manaus.
Na Encarnação e na Páscoa, estão motivos profundos que nos fazem estar convencidos da missão para a qual somos chamados e consagrados pela Trindade Santa. Isto está muito claro no documento de Aparecida quando aponta para a importância e a necessidade de uma conversão pessoal e pastoral em vista de uma pastoral decididamente missionária (DAp 366.370).
As Diretrizes Gerais da ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, com muita razão e em boa hora, convidam o Brasil inteiro a viver o Estado Permanente de Missão. A partir do encontro com Jesus Cristo, ir ao encontro das pessoas e aí contemplar a ação de Deus. Logo se vê que o protagonismo não é nosso. A Obra é de Deus! Somos chamados a ser servos, pois do ser configurado com Cristo decorre um agir conforme ao de Cristo, Cristo servo missionário (cf. DFPIB 50).
Nesse estado permanente de missão, a Palavra de Deus ocupa um lugar especial em nossa vida e na missão. Precisamos acolher essa palavra, meditá-la pô-la em prática, porque nessa palavra, que é Jesus Cristo, está a vida, a alegria, a paz e a felicidade!
Sei que vocês já têm contribuído muito para que essa palavra santa seja escutada como voz da Amazônia, sempre vista com o rosto da Amazônia, tendo como casa a comunidade que se fortalece em cada lugar dessa Igreja particular e como caminho aquele que se fez palavra, o verbo que se fez carne.
O estado permanente de missão nos convida e fortalecer as comunidades. Para mim foi uma bênção de Deus haver participado do Inter-eclesial das CEBs, celebrado em Porto Velho. Pude escutar a partilha e ver experiências de Comunidades enraizadas no Evangelho, celebrantes do mistério pascal, solidárias, missionárias, trabalhando o processo de iniciação à vida cristã e vivendo o dinamismo da comunhão para a missão e da missão que conduz à comunhão.
Viver a missão é estar aberto ao serviço da vida plena para todos, pois Jesus Cristo veio “para que todos tenham vida, e a tenham em abundância” (Jo 10,10).
Irmãos e Irmãs na Igreja Particular de Porto Velho, Deus os tem confirmado na missão. Rezem também por mim para que, em comunhão, possa viver o discipulado missionário tão necessário em nossa realidade da Amazônia.
A exemplo de Maria, como discípulo missionário, possa eu ter ouvidos para escutar e para aprender; olhos e coração para ver e discernir os sinais da ação de Deus e disponibilidade para que possa colaborar na evangelização a partir de Jesus Cristo e na força do Espírito Santo, como Igreja discípula missionária e profética, alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia, evangelizando à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres para que todos tenham vida ,rumo ao Reino definitivo.
Se Deus quiser, estarei com vocês no início de março de 2012 para viver o caminho da Páscoa. Rezem por mim junto ao presépio; nas celebrações eucarísticas; nas celebrações da Palavra; nos encontros das comunidades, das pastorais, movimentos e dos vários grupos; nas famílias; nas escolas. Afinal de contas, nossa força vem de Deus e precisamos alimentá-la. Tenham a certeza de que já trago cada pessoa presente em meu coração.
Desejando a cada pessoa, a cada família, a todas as comunidades e Paróquias, aos religiosos e religiosas, aos seminaristas e, de modo muito especial, aos irmãos presbíteros, aos irmãos bispos D. Moacyr Grechi e D. José Martins da Silva dessa Igreja dedicada ao Sagrado Coração de Jesus, e de todo o Estado de Rondônia,um abençoado Natal, peço que o Deus da vida, da misericórdia e da paz os abençoe.
Em Jesus Cristo missionário,
D. Esmeraldo Barreto de Farias
Fonte: http://www.arquidiocese.com.br e Arquidiocese de Porto Velho
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