Nazaré
Fonte: Lista Exsurge Domini
Autor: John Nascimento
Transmissão: Rogério Hirota (SacroSancttus)
Nazaré foi fundada 2000 anos antes do Nascimento de Jesus. Hoje Nazaré é dominada pela Igreja da Anunciação, ao centro.
Nazaré é o nome da vila ou cidade onde Jesus passou a maior parte do tempo da sua vida oculta.
Não é citada no Livro do Antigo Testamento.
Para Lucas, em Nazaré era a casa de Maria e de José, onde se deu o facto da Anunciação :
- “Ao sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um homem chamado José, da casa de David, e o nome da virgem era Maria”. (Lc. 1,26).
Foi de Nazaré que José e Maria partiram para Belém para se recensearem :
- “Também José, deixando a cidade de Nazaré, na Galileia, subiu até à Judeia, à cidade de David, a fim de se recensear com Maria, sua mulher, que se encontrava grávida”.. (Lc. 2,4).
E a Nazaré regressaram depois de cumprir a lei :
- “Depois de terem cumprido tudo o que a Lei do Senhor determinava, regressaram à Galileia, à sua cidade de Nazaré”. (Lc. 2,39).
Quando voltou do Egipto, foi viver para Nazaré :
- “Advertido em sonhos, retirou-se para a região da Galileia e foi morar numa cidade chamada Nazaré; assim se cumpriu o que foi anunciado pelos profetas : "Ele será chamado Nazareno". (Mt.2,22-23).
Depois de Jesus ter ido a Jerusalém, aos doze anos, onde se perdeu e os seus pais o encontraram no Templo, voltaram todos para Nazaré :
- “Depois desceu com eles, voltou para Nazaré e era-lhes submisso”. (Lc.2,51).
Foi de Nazaré que Jesus partiu quando foi ter com João Baptista para ser baptizado :
- “Por aqueles dias Jesus veio de Nazaré da Galileia e foi baptizado por João, no Jordão”. (Mc. 11,9).
Depois de ser baptizado por João, voltou a Nazaré e daí partiu para dar início à sua pregação :
- “Tendo ouvido dizer que João fora preso, retirou-se para a Galileia. Depois, abandonando Nazaré, foi habitar em Cafarnaum, cidade situada à beira mar...” (Mt.4,13).
Os três sinópticos referem-se à rejeição da pregação de Jesus em Nazaré (Mt.13,54-58; Mc.6,1-6; Lc.4,16-30), o que prova que Jesus vivia em Nazaré onde era a casa de seus pais e dos seus familiares, e onde José tinha a sua oficina de carpinteiro.
Nazaré não tinha boa reputação, por não ter recebido bem a pregação de Jesus que disse que ninguém era profeta na sua terra.
Foi em Nazaré, onde Jesus vivia, que Ele, num sábado, segundo o seu costume, se levantou para ler, e leu o livro do profeta Isaías em que estava escrito :
- “O Espírito do Senhor está sobre Mim, porque me ungiu, para anunciar a Boa Nova aos pobres; enviou-Me a proclamar a libertação aos cativos e, aos cegos, o recobrar da vista, a mandar em liberdade os oprimidos, a proclamar um ano de graça do Senhor”.(Is.61,1: Lc4,18-19).
Depois disto, Jesus disse :
- “Cumpriu-se hoje esta passagem da Escritura, que acabais de ouvir”.(Lc.4,21).
A identificação de Nazaré com a moderna en-Nasira não se pode pôr seriamente em dúvida.
A população de 10.000 habitantes é, evidentemente, muito maior do que era nos tempos de Jesus.
Cresceu sobretudo, devido ao interesse dos turistas por ser a terra de residência de Jesus.
A cidade moderna ocupa todo o espaço da cidade antiga e há uma certa dificuldade em identificar o cimo do monte de que fala S. Lucas :
- “Levaram-n'O ao cimo do monte sobre o qual a cidade estava edificada... (Lc.4,29).
Todavia, recentes explorações descobriram uma formação rochosa, abaixo da superfície, que deve ter sido coberta em ocupações anteriores, que pode estar dentro da descrição de S. Lucas.
Depois da morte de Jesus, Nazaré tornou-se então predominantemente uma cidade de Judeus, tal como Belém se tornou uma cidade de Cristãos.
Em 614 os Judeus de Nazaré juntaram-se aos Persas no ataque contra os Cristãos com um poderoso contingente.
Até há pouco tempo sempre se pensou que em Nazaré não havia Cristãos nos primeiros séculos.
Presumiu-se que não houve nenhuma Igreja cristã até ao tempo em que Constantino Magno encarregou José de Tiberias de aí construir uma Igreja.
Recentes escavações, todavia, mostraram que não é verdade.
Em Março de 1960, quando uns operários levantavam um pavimento de mosaico para o preservarem, no lado Sul de um convento Bizantino que já tinha sido também descoberto, encontraram colunas trabalhadas que deviam pertencer ao tempo pré-Bizantino.
Numa, havia um grafite com a invocação de XE MARIA, expressão grega de Ave Maria.
Hoje acredita-se que os Cristãos de Nazaré dos primeiros séculos eram poucos mas tinham uma Igreja do tipo das sinagogas.
O único membro dessa comunidade que se conhece é Conon, que foi martirizado nos meados do século III.
Durante a perseguição de Décio, Conon teria dito aos seus juizes da Frigia :
- "Eu sou de Nazaré, da família do Senhor a quem sirvo como fizeram os meus antepassados".
Sucessivamente foram construídas Igrejas no lugar tradicional da Anunciação, por Bizantinos, Cruzados e Franciscanos.
Foram preservados os lugares tradicionais da Ave Maria e o local tradicional da Anunciação, bem como o lugar da Oficina de S. José sobre uma casa que se considera como tendo sido a casa onde vivia a Sagrada Família, o lugar do Poço de Maria e a primitiva sinagoga.
O próprio Jesus muitas vezes se intitula ou é conhecido por Jesus de Nazaré :
- “Este também estava com Jesus de Nazaré”.(Mt.26,71).
- “Que tens que ver connosco, Jesus de Nazaré?” (Mc.1,24). (cf.Lc.4,34).
***************************
Foi em Nazaré que Jesus viveu até ao começo da Sua Vida Pública e lá pregou também na Sinagoga.
Esta cidade comemora a vida da família de Jesus com santuários que incluem :
* A Igreja de S. José construída no lugar onde se julga que era a sua oficina de carpinteiro.
* A Igreja da Anunciação.
Nazaré foi destruída pelo Sultão do Egipto no século XIII, mas os santuários começaram a ser reconstruídos séculos mais tarde, sob o patrocínio dos Franciscanos.
Presentemente o lugar da Anunciação está assinalado com uma gruta na moderna Igreja da Anunciação, cujas obras terminaram em 1966.
Fonte: Exsurge Domini
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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Neápolis
Neápolis
Fonte: Lista Exsurge Domini
Autor: John Nascimento
Transmissão: Rogério Hirota (SacroSancttus)
Neápolis era o maior porto da Macedónia .
Ruínas arqueológicas do período do Novo Testamento foram encontradas ao norte de Acaia, na região da Macedónia, no porto da cidade de Neápolis, onde S. Paulo fez a sua primeira entrada na Europa, a partir da Ásia :
- “Embarcámos em Tróade e fomos directamente a Samotrácia ; no dia seguinte, fomos a Neápolis, e, de lá a Filipos, cidade de primeira categoria deste distrito da Macedónia, e colónia”.(Act.16,11-12).
Há poucas coisas da cidade deste tempo, excepto algumas ruínas do porto e, na cercania do museu, a não ser alguns marcos milenários que permanecem atrás da Via Egnatia, a auto-estrada que passa por Neápolis, por onde passou Paulo a caminho de Filipos.
Paulo recorda a conversão de uma mulher de Tiatira, chamada Lídia, que era negociante de púrpura, que era temente a Deus e que depois convidou Paulo para ir a sua casa :
- “Depois de ter sido baptizada, bem como os de sua casa, fez este pedido : Se me consideras fiel ao Senhor, vinde ficar a minha casa”.(Act.16,15).
Presentemente Neápolis tem uma população de 31.830 habitantes, segundo o censo de 2001, numa área de 1.168 Km² .
Fonte: Exsurge Domini
Fonte: Lista Exsurge Domini
Autor: John Nascimento
Transmissão: Rogério Hirota (SacroSancttus)
Neápolis era o maior porto da Macedónia .
Ruínas arqueológicas do período do Novo Testamento foram encontradas ao norte de Acaia, na região da Macedónia, no porto da cidade de Neápolis, onde S. Paulo fez a sua primeira entrada na Europa, a partir da Ásia :
- “Embarcámos em Tróade e fomos directamente a Samotrácia ; no dia seguinte, fomos a Neápolis, e, de lá a Filipos, cidade de primeira categoria deste distrito da Macedónia, e colónia”.(Act.16,11-12).
Há poucas coisas da cidade deste tempo, excepto algumas ruínas do porto e, na cercania do museu, a não ser alguns marcos milenários que permanecem atrás da Via Egnatia, a auto-estrada que passa por Neápolis, por onde passou Paulo a caminho de Filipos.
Paulo recorda a conversão de uma mulher de Tiatira, chamada Lídia, que era negociante de púrpura, que era temente a Deus e que depois convidou Paulo para ir a sua casa :
- “Depois de ter sido baptizada, bem como os de sua casa, fez este pedido : Se me consideras fiel ao Senhor, vinde ficar a minha casa”.(Act.16,15).
Presentemente Neápolis tem uma população de 31.830 habitantes, segundo o censo de 2001, numa área de 1.168 Km² .
Fonte: Exsurge Domini
Pafos
Pafos
Fonte: Lista Exsurge Domini
Autor: John Nascimento
Transmissão: Rogério Hirota (SacroSancttus)
Era uma cidade da costa Ocidental da ilha de Chipre, que tinha um excelente porto, e que Paulo visitou ma sua Primeira Viagem apostólica.
Paulo e Barnabé deixaram Salamis e foram, através de toda a ilha até à cidade de Pafos.
Era lá a residência do procônsul Sérgio Paulo e lá se deu a disputa de Paulo com o mago Élimas ou Barjesus.
- “Percorreram toda a ilha até Pafos e encontraram lá um mago, falso profeta judeu chamado Barjesus que estava ao serviço do procônsul Sérgio Paulo, homem ponderado”. (Act, 13,6).
- “Este mandou chamar Barnabé e Saulo, desejoso de ouvir a palavra de Deus. Mas o mago Élimas, - que assim se traduz o seu nome - opôs-se-lhe, procurando desviar o procônsul da fé”. (Act. 13,7-8).
- “Então Saulo - "Também chamado Paulo" - cheio do Espírito Santo, fitou nele os olhos e disse-lhe : "Ó criatura cheia de todas as astúcias e de toda a iniquidade, filho do diabo, inimigo de toda a justiça, quando é que cessarás de perverter os rectos caminhos do Senhor...”(Act.13,9-10).
A partir de agora, Saulo deixa o nome Judeu (Saulo) para tomar o nome romano correspondente (também chamado Paulo).
É o seu lema de fazer-se tudo para todos a fim de a todos ganhar para Cristo.
Depois disto o mago ficou cego e o procônsul ficou vivamente impressionado com a doutrina do Senhor.
- “Vendo, então o que se tinha passado, o procônsul abraçou a fé, vivamente impressionado com a doutrina do Senhor”.(Act.13,12).
Sérgio Paulo era um procônsul Romano em Chipre que convidou Paulo e Barnabé a falar na sua presença.
Quando Paulo, Barnabé e Marcos visitaram Chipre no ano 46, na primeira viagem missionária de Paulo, encontraram-se com um falso profeta e mago, que fazia parte da casa do procônsul romano.
Quando Sérgio Paulo convidou Paulo e Barnabé a apresentar-lhe "a Palavra de Deus", Élimas Barjesus tentou impedi-los de apresentar o evangelho cristão ao seu Mestre.
Paulo esconjurou-o e ele ficou temporariamente cego, o que impressionou o governador e o fez desejar ouvir o evangelho proclamado por Paulo
- “E percorreram toda a ilha de Pafos e encontraram lá um mago, falso profeta, judeu, chamado Barjesus, que estava ao serviço do procônsul Sérgio Paulo, homem ponderado”. (Act. 13,6-7).
Não é improvável que, neste período do Governo Romano tenha havido problemas com o Cristianismo e, um alto oficial podia aceitar facilmente essa doutrina nova e ser iniciado nos seus mistérios.
A família de Paulo Sérgio, tinhas muitas propriedades na área da Pisidia de Antíoco e, a decisão de Paulo por passar por lá, acentuou-se porque Sérgio Paulo mostrou desejo de que Paulo falasse com a sua família.
Um tal Sérgio Paulo é mencionado por Plínio o ancião em alguns manuscritos de Chipre, da Ásia Menor e de Roma.
É possível que se trate da mesma pessoa.
Paulo falou, esconjurou o mago e, por fim, Sérgio Paulo abraçou a fé :
A partir daqui, Paulo e os companheiros dirigiram-se para Perga e Panfília.
Fonte: Exsurge Domini
Fonte: Lista Exsurge Domini
Autor: John Nascimento
Transmissão: Rogério Hirota (SacroSancttus)
Era uma cidade da costa Ocidental da ilha de Chipre, que tinha um excelente porto, e que Paulo visitou ma sua Primeira Viagem apostólica.
Paulo e Barnabé deixaram Salamis e foram, através de toda a ilha até à cidade de Pafos.
Era lá a residência do procônsul Sérgio Paulo e lá se deu a disputa de Paulo com o mago Élimas ou Barjesus.
- “Percorreram toda a ilha até Pafos e encontraram lá um mago, falso profeta judeu chamado Barjesus que estava ao serviço do procônsul Sérgio Paulo, homem ponderado”. (Act, 13,6).
- “Este mandou chamar Barnabé e Saulo, desejoso de ouvir a palavra de Deus. Mas o mago Élimas, - que assim se traduz o seu nome - opôs-se-lhe, procurando desviar o procônsul da fé”. (Act. 13,7-8).
- “Então Saulo - "Também chamado Paulo" - cheio do Espírito Santo, fitou nele os olhos e disse-lhe : "Ó criatura cheia de todas as astúcias e de toda a iniquidade, filho do diabo, inimigo de toda a justiça, quando é que cessarás de perverter os rectos caminhos do Senhor...”(Act.13,9-10).
A partir de agora, Saulo deixa o nome Judeu (Saulo) para tomar o nome romano correspondente (também chamado Paulo).
É o seu lema de fazer-se tudo para todos a fim de a todos ganhar para Cristo.
Depois disto o mago ficou cego e o procônsul ficou vivamente impressionado com a doutrina do Senhor.
- “Vendo, então o que se tinha passado, o procônsul abraçou a fé, vivamente impressionado com a doutrina do Senhor”.(Act.13,12).
Sérgio Paulo era um procônsul Romano em Chipre que convidou Paulo e Barnabé a falar na sua presença.
Quando Paulo, Barnabé e Marcos visitaram Chipre no ano 46, na primeira viagem missionária de Paulo, encontraram-se com um falso profeta e mago, que fazia parte da casa do procônsul romano.
Quando Sérgio Paulo convidou Paulo e Barnabé a apresentar-lhe "a Palavra de Deus", Élimas Barjesus tentou impedi-los de apresentar o evangelho cristão ao seu Mestre.
Paulo esconjurou-o e ele ficou temporariamente cego, o que impressionou o governador e o fez desejar ouvir o evangelho proclamado por Paulo
- “E percorreram toda a ilha de Pafos e encontraram lá um mago, falso profeta, judeu, chamado Barjesus, que estava ao serviço do procônsul Sérgio Paulo, homem ponderado”. (Act. 13,6-7).
Não é improvável que, neste período do Governo Romano tenha havido problemas com o Cristianismo e, um alto oficial podia aceitar facilmente essa doutrina nova e ser iniciado nos seus mistérios.
A família de Paulo Sérgio, tinhas muitas propriedades na área da Pisidia de Antíoco e, a decisão de Paulo por passar por lá, acentuou-se porque Sérgio Paulo mostrou desejo de que Paulo falasse com a sua família.
Um tal Sérgio Paulo é mencionado por Plínio o ancião em alguns manuscritos de Chipre, da Ásia Menor e de Roma.
É possível que se trate da mesma pessoa.
Paulo falou, esconjurou o mago e, por fim, Sérgio Paulo abraçou a fé :
A partir daqui, Paulo e os companheiros dirigiram-se para Perga e Panfília.
Fonte: Exsurge Domini
Pátara
Pátara
Fonte: Lista Exsurge Domini
Autor: John Nascimento
Transmissão: Rogério Hirota (SacroSancttus)
Patara (Lycian=Pttara), mais tarde renomeada Arsinoe, foi uma florescente cidade marítima e comercial na costa Sudoeste de Lycia, no Mediterrâneo, cerca da costa da Turquia, junto à moderna e pequena cidade de Gelemis, na província de Antalia. Foi o berço de S. Nicolau, que viveu a maior parte da sua vida na cidade de Myra.
História
Possuindo um porto natural, diz-se que Pátara foi fundada por Patarus, um filho de Apolo. Está situada a 60 estádios da foz do rio Xanthos
Pátara foi notável na antiguidade pelo seu templo e oráculo de Apolo. Este deus pagão é muitas vezes nomeado com o sobrenome de Patareus. Heródoto diz que o oráculo de Apolo era apresentado por uma sacerdotiza apenas durante um certo período do ano e, através de Servius nós sabemos que este período era o sexto mês do Inverno. Parece que é certo que Pátara recebeu os Dorian, negociantes de Creta ; e o culto a Apolo era certamente de Dorian. Escritores antigos mencionavam Pátara como uma das principais cidades da Lycia, que era o primeiro porto marítimo e a cidade mais importante da Liga Lyciana, tendo 3 votos, com o máximo.
A cidade, com o resto da Lycia, rendeu-se a Alexandre Magno em 333 a.C. Durante as guerras de Diadochi, foi ocupada em troca, por Antigono e Demétrio, antes de cair em poder de Ptolomeu. Strabo infoma-nos que Ptolomeu Filadelfo do Egipto, que alargou a cidade, deu-lhe o nome de Arsinoe, (Arsinoe II do Egipto), sua esposa e irmã, mas ela continuou a ser chamada pelo seu nome antigo de Pátara. Antíoco III capturou Pátara em 196 a.C.. Os Rodianos ocuparam a cidade, e como um aliado romano, a cidade com o resto da Lycia foi libertada em 167 a.C. Em 88 a.C. a cidade foi cercada por Mitríades IV, rei do Ponto e foi capturada por Brutus e Cássius, durante a sua campanha conta Marco António e Augusto. Foram feitos suplementares ataques que foram infligidos na vizinha Xanthos. Pátara foi formalmente anexada pelo Império Romano em 43 da nossa era e ligada a Panfília.
Pátara é mencionada na Bíblia como o lugar onde Paulo de Tarso mudou de barco :
-“ Depois de nos separarmos deles, embarcámos e, navegando directamente, chegámos a Cós, no dia seguinte a Rodes, e de lá a Pátara”. (Act.21,1).
A cidade foi evangelizada muito cedo, por alguns bispos como :
Metódio, provavelmente bispo de Olimpus. Eudemo, que esteve presente co concílio de Niceia (325). Eutico, que esteve presente co concílio de Seleucia (359). Eudemo,que esteve presente no concílio de Constantinopla (381). Cirino, que esteve presente no concílio de Calcedónia (451). Licinio, que esteve presente no sínodo de Constantinopla (536). Teódulo, que esteve presente no concílio de Fócio (879).
Ruinas
Os muros da cidade encerram uma área considerada muito extensa, com um castelo que comandava o porto, e algumas torres que protegiam os muros.
Haviam templos com altares e pedestais e bastantes elementos de antigas esculturas muito mutiladas.
Fora dos muros havia uma multidão de sarcófagos com inscrições, mas os que estavam abertos estavam vazios.
O teatro foi construído no tempo de António Pio com um diâmetro de cerca de 88 metros e com 30 séries de assentos.
Também há umas ruínas de águas termais, que teriam sido construídas por Vespasiano.
O lugar tem sido escavado em dois meses de verão em cada ano por uma equipa de arqueólogos turcos..As escavações revelaram algumas construções em boas condições.
Fonte: Exsurge Domini
Fonte: Lista Exsurge Domini
Autor: John Nascimento
Transmissão: Rogério Hirota (SacroSancttus)
Patara (Lycian=Pttara), mais tarde renomeada Arsinoe, foi uma florescente cidade marítima e comercial na costa Sudoeste de Lycia, no Mediterrâneo, cerca da costa da Turquia, junto à moderna e pequena cidade de Gelemis, na província de Antalia. Foi o berço de S. Nicolau, que viveu a maior parte da sua vida na cidade de Myra.
História
Possuindo um porto natural, diz-se que Pátara foi fundada por Patarus, um filho de Apolo. Está situada a 60 estádios da foz do rio Xanthos
Pátara foi notável na antiguidade pelo seu templo e oráculo de Apolo. Este deus pagão é muitas vezes nomeado com o sobrenome de Patareus. Heródoto diz que o oráculo de Apolo era apresentado por uma sacerdotiza apenas durante um certo período do ano e, através de Servius nós sabemos que este período era o sexto mês do Inverno. Parece que é certo que Pátara recebeu os Dorian, negociantes de Creta ; e o culto a Apolo era certamente de Dorian. Escritores antigos mencionavam Pátara como uma das principais cidades da Lycia, que era o primeiro porto marítimo e a cidade mais importante da Liga Lyciana, tendo 3 votos, com o máximo.
A cidade, com o resto da Lycia, rendeu-se a Alexandre Magno em 333 a.C. Durante as guerras de Diadochi, foi ocupada em troca, por Antigono e Demétrio, antes de cair em poder de Ptolomeu. Strabo infoma-nos que Ptolomeu Filadelfo do Egipto, que alargou a cidade, deu-lhe o nome de Arsinoe, (Arsinoe II do Egipto), sua esposa e irmã, mas ela continuou a ser chamada pelo seu nome antigo de Pátara. Antíoco III capturou Pátara em 196 a.C.. Os Rodianos ocuparam a cidade, e como um aliado romano, a cidade com o resto da Lycia foi libertada em 167 a.C. Em 88 a.C. a cidade foi cercada por Mitríades IV, rei do Ponto e foi capturada por Brutus e Cássius, durante a sua campanha conta Marco António e Augusto. Foram feitos suplementares ataques que foram infligidos na vizinha Xanthos. Pátara foi formalmente anexada pelo Império Romano em 43 da nossa era e ligada a Panfília.
Pátara é mencionada na Bíblia como o lugar onde Paulo de Tarso mudou de barco :
-“ Depois de nos separarmos deles, embarcámos e, navegando directamente, chegámos a Cós, no dia seguinte a Rodes, e de lá a Pátara”. (Act.21,1).
A cidade foi evangelizada muito cedo, por alguns bispos como :
Metódio, provavelmente bispo de Olimpus. Eudemo, que esteve presente co concílio de Niceia (325). Eutico, que esteve presente co concílio de Seleucia (359). Eudemo,que esteve presente no concílio de Constantinopla (381). Cirino, que esteve presente no concílio de Calcedónia (451). Licinio, que esteve presente no sínodo de Constantinopla (536). Teódulo, que esteve presente no concílio de Fócio (879).
Ruinas
Os muros da cidade encerram uma área considerada muito extensa, com um castelo que comandava o porto, e algumas torres que protegiam os muros.
Haviam templos com altares e pedestais e bastantes elementos de antigas esculturas muito mutiladas.
Fora dos muros havia uma multidão de sarcófagos com inscrições, mas os que estavam abertos estavam vazios.
O teatro foi construído no tempo de António Pio com um diâmetro de cerca de 88 metros e com 30 séries de assentos.
Também há umas ruínas de águas termais, que teriam sido construídas por Vespasiano.
O lugar tem sido escavado em dois meses de verão em cada ano por uma equipa de arqueólogos turcos..As escavações revelaram algumas construções em boas condições.
Fonte: Exsurge Domini
Patmos
Patmos
Fonte: Lista Exsurge Domini
Autor: John Nascimento
Transmissão: Rogério Hirota (SacroSancttus)
Patmos, uma ilha na Grécia.
Patmos é uma pequena ilha da Grécia a 55 km da costa SO da Turquia, no mar Egeu. É uma das ilhas do Dodecaneso, e possui uma área total de 34,6 km² e uma população de 2700 habitantes (2002).
Constitui uma municipalidade grega com capital em Hora (ou Chora), às vezes erroneamente chamada Patmos. Skala é o único porto.
A ilha é dividida em duas partes quase iguais, uma do norte e outra do sul, unidas por um estreito istmo. A vegetação é limitada, e o relevo, formado de montes relativamente baixos, cujo pico mais alto é o Profitis Ilias (269 m).
História
O porto de Skala, na ilha de Patmos
Conhecida por ser o local para onde o apóstolo João foi exilado — conforme consta na introdução do livro bíblico de Apocalipse —, Patmos foi usada como um lugar de banimento durante os tempos romanos. Segundo uma tradição preservada por Ireneu, Eusébio, Jerônimo e outros, o exílio de João aconteceu em 95 d.C., no ano décimo quarto do reinado de Domiciano. A tradição local ainda aponta a caverna onde João teria recebido a revelação para escrever o livro[1].
Desde 1522, a ilha foi diversas vezes controlada pelos turcos, sendo capturada pelos italianos em 1912. Em 1948 passou definitivamente ao controle grego.
As relíquias arqueológicas na Ásia Menor, relativas ao Novo Testamento centram-se primariamente à vida dos Apóstolos João e Paulo.
João recebeu a sua revelação na ilha de Patmos, de 12 x 7 quilómteros e a 100 quilómetros de Skala, um pequeno e moderno porto e um dos mais notáveis ancoradores do Mar Egeu.
A moderna cidade de Patmos está situada em volta do mosteiro de Ayos Elias do século XI, 244 metros de altitude e que domina a parte sudeste a ilha.
A Tradição considera que joão recebeu a sua revelação numa gruta nas trazeiras do mosteiro.
A natureza do exílio de João para a ilha de Patmos, não foi revelada. A primitiva Igreja atribui a sua presença nesta ilha à perseguição da Igreja que condenou João ao exílio.
O género Apocalíptico, é típico dos períodos de crise e de perseguição. Supõe-se, portanto, um desses períodos da Igreja Apostólica. O autor apresenta-se a si mesmo como João e escreve em Patmos, onde se encontra desterrado :
- “Eu,João, que também sou vosso irmão e companheiro na aflição, na realeza e na paciência em Jesus Cristo, estava na ilha de Patmos por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus Cristo”.(Apc.1,9).
A tradição eclesiástica identifica este João com o Apóstolo do mesmo nome. Assim, tudo leva a concluir que se está sob a perseguição de Diocleciano, por volta do ano 95.
Violenta tempestade sacudia então a cristandade da Ásia Menor. O Apóstolo João, como pastor zeloso, esceve então o Apocalipse, para encorajar os cristãos à perseverança consolando-os com a certeza de que Jesus está com os Seus, os maus serão punidos, os bons premiados e que a Vitória dos cristãos está para breve.
Fonte: Exsurge Domini
Fonte: Lista Exsurge Domini
Autor: John Nascimento
Transmissão: Rogério Hirota (SacroSancttus)
Patmos, uma ilha na Grécia.
Patmos é uma pequena ilha da Grécia a 55 km da costa SO da Turquia, no mar Egeu. É uma das ilhas do Dodecaneso, e possui uma área total de 34,6 km² e uma população de 2700 habitantes (2002).
Constitui uma municipalidade grega com capital em Hora (ou Chora), às vezes erroneamente chamada Patmos. Skala é o único porto.
A ilha é dividida em duas partes quase iguais, uma do norte e outra do sul, unidas por um estreito istmo. A vegetação é limitada, e o relevo, formado de montes relativamente baixos, cujo pico mais alto é o Profitis Ilias (269 m).
História
O porto de Skala, na ilha de Patmos
Conhecida por ser o local para onde o apóstolo João foi exilado — conforme consta na introdução do livro bíblico de Apocalipse —, Patmos foi usada como um lugar de banimento durante os tempos romanos. Segundo uma tradição preservada por Ireneu, Eusébio, Jerônimo e outros, o exílio de João aconteceu em 95 d.C., no ano décimo quarto do reinado de Domiciano. A tradição local ainda aponta a caverna onde João teria recebido a revelação para escrever o livro[1].
Desde 1522, a ilha foi diversas vezes controlada pelos turcos, sendo capturada pelos italianos em 1912. Em 1948 passou definitivamente ao controle grego.
As relíquias arqueológicas na Ásia Menor, relativas ao Novo Testamento centram-se primariamente à vida dos Apóstolos João e Paulo.
João recebeu a sua revelação na ilha de Patmos, de 12 x 7 quilómteros e a 100 quilómetros de Skala, um pequeno e moderno porto e um dos mais notáveis ancoradores do Mar Egeu.
A moderna cidade de Patmos está situada em volta do mosteiro de Ayos Elias do século XI, 244 metros de altitude e que domina a parte sudeste a ilha.
A Tradição considera que joão recebeu a sua revelação numa gruta nas trazeiras do mosteiro.
A natureza do exílio de João para a ilha de Patmos, não foi revelada. A primitiva Igreja atribui a sua presença nesta ilha à perseguição da Igreja que condenou João ao exílio.
O género Apocalíptico, é típico dos períodos de crise e de perseguição. Supõe-se, portanto, um desses períodos da Igreja Apostólica. O autor apresenta-se a si mesmo como João e escreve em Patmos, onde se encontra desterrado :
- “Eu,João, que também sou vosso irmão e companheiro na aflição, na realeza e na paciência em Jesus Cristo, estava na ilha de Patmos por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus Cristo”.(Apc.1,9).
A tradição eclesiástica identifica este João com o Apóstolo do mesmo nome. Assim, tudo leva a concluir que se está sob a perseguição de Diocleciano, por volta do ano 95.
Violenta tempestade sacudia então a cristandade da Ásia Menor. O Apóstolo João, como pastor zeloso, esceve então o Apocalipse, para encorajar os cristãos à perseverança consolando-os com a certeza de que Jesus está com os Seus, os maus serão punidos, os bons premiados e que a Vitória dos cristãos está para breve.
Fonte: Exsurge Domini
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Perga
Perga
Fonte: Lista Exsurge Domini
Autor: John Nascimento
Transmissão: Rogério Hirota (SacroSancttus)
Perga, era a capital da então região da Panfília, que é a moderna Província de Antalia, no Sudoeste Mediterrâneo, na costa da Turquia.
Hoje é um grande lugar de antigas ruínas a 15 quilómetros a Leste de Antalia, onde há uma acrópole datada da Era do Bronze.
Historia
No século XII a. C. tinha havido uma grande onda de emigração de gregos do norte da Anatólia (moderna turquia) para a costa do Mediterrâneo.
Muitos fixaram-se imediatamente na área Sudeste da moderna Antália, que ficou a ser conhecida como Panfília (que significa terra das tribos)
Quatro grandes cidades se formaram nesta região : Perga, Silion, Aspendos e Side.
Perga foi fundada cerca do ano 1000 a. C. e ocupa 20 km da ilha.
Foi fortalecida , por medidas defensivas para evitar os piratas terroristas do Mediterrâneo.
Em 546 a. C. os Persas atacaram as forças locais e ganharam o controlo da região
Duzentos anos mais tarde, em 333 a. C. o exército de Alexandre Magno chegaram a Perga, durante a sua campanha para conquistar a Pérsia.
Os habitantes de Perga enviaram emissários para conduzirem o exército para dentro da cidade.
Alexandre foi seguido pelo império do Seleucidas, cujo mais célebre ancião que lá vivia, o matemático Apolónio, (292 b.C – 190 b.C.) ali viveu e trabalhou.
Apolónio era um discípulo de Arquimedes e escreveu uma série de oito livros para descrever a família das curvas, conhecidas como secções cónicas, compreendendo o cículo, a elipse, a parábola e a hipérbole.
O domínio romano começou em188 a. C. e a maior parte das ruínas existentes datam desse período.
Depois do colapso do Império Romano, Perga permaneceu desabitada até ao tempo de Seljuk, antes de ser gradualmente abandonada.
Ruínas
Perga é actualmente um lugar arqueológico e a maior atracção turística.
A antiga Perga, uma das principiais cidades da Panfília, estava situada entre os rios Catarrhactes e Cesrus, 60 estádios de distância da foz deste último rio, um lugar que na moderna Turquia, se chama Murtana, um tributário de Cestrus, e vilaiet de Koniah no Ottoman.
As suas ruínas incluem um teatro, a palaestra, o templo de Artemis e duas igrejas.
O mais famoso templo de Artemis está fora dos muros da cidade.
Dois guias contam a história de que Perga foi o berço da cerveja, alegadamente descoberta por acaso, mas recentes encontros da Faraónica cerveja, antecederam largamente a cidade.
História Eclesiástica
Outras figuras históricas notáveis que visitaram Perga duas vezes são S. Paulo e seu companheiro S Barnabé, como nos contam os Actos dos Apóstolos, durante a sua 1ª Viagem Apostólica, onde pregaram a Palavra de Deus, antes de sairem de Atália , a 15 quilómetros de Antioquia :
- “A seguir, atravessaram a Pisídia, chegaram a Panfília e depois de anunciarem a palavra em Perga, desceram a Atália”.(Act.14,24-25).
Perga permanece uma Sé titula da Igreja Católica Romana na antiga província da Panfília.
Foi rem Perga que João Marcos deixou S. Paulo e voltou para Jerusalém.
Fonte: Exsurge Domini
Fonte: Lista Exsurge Domini
Autor: John Nascimento
Transmissão: Rogério Hirota (SacroSancttus)
Perga, era a capital da então região da Panfília, que é a moderna Província de Antalia, no Sudoeste Mediterrâneo, na costa da Turquia.
Hoje é um grande lugar de antigas ruínas a 15 quilómetros a Leste de Antalia, onde há uma acrópole datada da Era do Bronze.
Historia
No século XII a. C. tinha havido uma grande onda de emigração de gregos do norte da Anatólia (moderna turquia) para a costa do Mediterrâneo.
Muitos fixaram-se imediatamente na área Sudeste da moderna Antália, que ficou a ser conhecida como Panfília (que significa terra das tribos)
Quatro grandes cidades se formaram nesta região : Perga, Silion, Aspendos e Side.
Perga foi fundada cerca do ano 1000 a. C. e ocupa 20 km da ilha.
Foi fortalecida , por medidas defensivas para evitar os piratas terroristas do Mediterrâneo.
Em 546 a. C. os Persas atacaram as forças locais e ganharam o controlo da região
Duzentos anos mais tarde, em 333 a. C. o exército de Alexandre Magno chegaram a Perga, durante a sua campanha para conquistar a Pérsia.
Os habitantes de Perga enviaram emissários para conduzirem o exército para dentro da cidade.
Alexandre foi seguido pelo império do Seleucidas, cujo mais célebre ancião que lá vivia, o matemático Apolónio, (292 b.C – 190 b.C.) ali viveu e trabalhou.
Apolónio era um discípulo de Arquimedes e escreveu uma série de oito livros para descrever a família das curvas, conhecidas como secções cónicas, compreendendo o cículo, a elipse, a parábola e a hipérbole.
O domínio romano começou em188 a. C. e a maior parte das ruínas existentes datam desse período.
Depois do colapso do Império Romano, Perga permaneceu desabitada até ao tempo de Seljuk, antes de ser gradualmente abandonada.
Ruínas
Perga é actualmente um lugar arqueológico e a maior atracção turística.
A antiga Perga, uma das principiais cidades da Panfília, estava situada entre os rios Catarrhactes e Cesrus, 60 estádios de distância da foz deste último rio, um lugar que na moderna Turquia, se chama Murtana, um tributário de Cestrus, e vilaiet de Koniah no Ottoman.
As suas ruínas incluem um teatro, a palaestra, o templo de Artemis e duas igrejas.
O mais famoso templo de Artemis está fora dos muros da cidade.
Dois guias contam a história de que Perga foi o berço da cerveja, alegadamente descoberta por acaso, mas recentes encontros da Faraónica cerveja, antecederam largamente a cidade.
História Eclesiástica
Outras figuras históricas notáveis que visitaram Perga duas vezes são S. Paulo e seu companheiro S Barnabé, como nos contam os Actos dos Apóstolos, durante a sua 1ª Viagem Apostólica, onde pregaram a Palavra de Deus, antes de sairem de Atália , a 15 quilómetros de Antioquia :
- “A seguir, atravessaram a Pisídia, chegaram a Panfília e depois de anunciarem a palavra em Perga, desceram a Atália”.(Act.14,24-25).
Perga permanece uma Sé titula da Igreja Católica Romana na antiga província da Panfília.
Foi rem Perga que João Marcos deixou S. Paulo e voltou para Jerusalém.
Fonte: Exsurge Domini
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Sardis
Sardis
Fonte: Lista Exsurge Domini
Autor: John Nascimento
Transmissão: Rogério Hirota (SacroSancttus)
Ruinas da sinagoga e do ginásio de Sardis.
Actualmente chama-se Sart e era uma cidade da Ásia Menor a cerca de 75 quilómetros a Leste de Esmirna, no sopé do Monte Tmolus e foi a capital do Reino da Lídia.
Estava situada no Hermus Valley, o mais largo e io mais fértil rio da Ásia Menor.
O rio Pactolos, famoso pelo seu oiro, corria junto ao templo de Artemisia
Foi tomada por Cyrus em 546 a.C. tornando-se a capital administrativa da satrapia da Ásia Menor.
Ficava no terminal Oeste da estrada real para Susa, que passava dos domínios Persas para o Reino dos Selêucidas, depois para o Reino de Pérgamo e finalmente para Roma.
Foi muito danificada por um tremor de terra no ano 17.
Foram feitas escavações de 1910 a 1914, por uma expedição americana, e outras em 1958 por Harvar e Cornell.
As ruínas do período romano incluem um odeão, um estádio, um teatro, uma casa do senado, possivelmente um ginásio, um balneário e um templo a Artemísia, aqui identificada com a mãe asiática de Cibele.
No período do cristianismo é a quinta das das sete Igrejas de que fala o Apocalipse :
- “O que vês, escreve-o num livro e envia-o às sete Igrejas que estão na Ásia : a Éfeso, a Esmirna. a Pérgamo, a Tiatira. a Sardes, a Filadélfia e a Laodiceia”. (Ap. 1/11).
- “Ao anjo da Igreja que está em Sardes, escreve...” (Ap.3/1).
- “Todavia, tens alguns em Sardes que não contaminaram os seus vestidos...” (Ap.3/4)
No primeiro século tinha uma população de 120.000 pessoas.
A avenida principal da cidade foi começada por Tiberius e acabada por Claudius e ainda devia existir no tempo do Apóstolo João.
Era pavimentada com blocos de mármore e tinha uma passagem lateral para os piões.
O templo de Artemisia era uma das mais impressionantes estruturas da antiga Sardis.
Foi começado provavelmente no sécul III a.C. e viria a ser destruído pelo tremor de terra do ano 17.
Tinha 100 metros de comprido e era rodeada por colunas helenísticas de tipo iónico, e só algumas se aguentaram com o tremor de terra do ano 17 e foram usadas depois em construções romanas.
Fonte: Exsurge Domini
Fonte: Lista Exsurge Domini
Autor: John Nascimento
Transmissão: Rogério Hirota (SacroSancttus)
Ruinas da sinagoga e do ginásio de Sardis.
Actualmente chama-se Sart e era uma cidade da Ásia Menor a cerca de 75 quilómetros a Leste de Esmirna, no sopé do Monte Tmolus e foi a capital do Reino da Lídia.
Estava situada no Hermus Valley, o mais largo e io mais fértil rio da Ásia Menor.
O rio Pactolos, famoso pelo seu oiro, corria junto ao templo de Artemisia
Foi tomada por Cyrus em 546 a.C. tornando-se a capital administrativa da satrapia da Ásia Menor.
Ficava no terminal Oeste da estrada real para Susa, que passava dos domínios Persas para o Reino dos Selêucidas, depois para o Reino de Pérgamo e finalmente para Roma.
Foi muito danificada por um tremor de terra no ano 17.
Foram feitas escavações de 1910 a 1914, por uma expedição americana, e outras em 1958 por Harvar e Cornell.
As ruínas do período romano incluem um odeão, um estádio, um teatro, uma casa do senado, possivelmente um ginásio, um balneário e um templo a Artemísia, aqui identificada com a mãe asiática de Cibele.
No período do cristianismo é a quinta das das sete Igrejas de que fala o Apocalipse :
- “O que vês, escreve-o num livro e envia-o às sete Igrejas que estão na Ásia : a Éfeso, a Esmirna. a Pérgamo, a Tiatira. a Sardes, a Filadélfia e a Laodiceia”. (Ap. 1/11).
- “Ao anjo da Igreja que está em Sardes, escreve...” (Ap.3/1).
- “Todavia, tens alguns em Sardes que não contaminaram os seus vestidos...” (Ap.3/4)
No primeiro século tinha uma população de 120.000 pessoas.
A avenida principal da cidade foi começada por Tiberius e acabada por Claudius e ainda devia existir no tempo do Apóstolo João.
Era pavimentada com blocos de mármore e tinha uma passagem lateral para os piões.
O templo de Artemisia era uma das mais impressionantes estruturas da antiga Sardis.
Foi começado provavelmente no sécul III a.C. e viria a ser destruído pelo tremor de terra do ano 17.
Tinha 100 metros de comprido e era rodeada por colunas helenísticas de tipo iónico, e só algumas se aguentaram com o tremor de terra do ano 17 e foram usadas depois em construções romanas.
Fonte: Exsurge Domini
Samaria
Samaria
Fonte: Lista Exsurge Domini
Autor: John Nascimento
Transmissão: Rogério Hirota (SacroSancttus)
Samaria com o rio Jordão a Leste...
A Samaria era uma das Províncias da Palestina entre a Galileia ao Norte e a Judeia ao Sul, tendo o rio Jordão a Leste.
A sua cidade principal também se chamava Samaria (cerca da presente cidade de Sebastiye), fundada por Omri, (Amri) rei de Israel no século IX a.C., que fez dela a capital do seu Reino :
- “(Amri) comprou o monte de Samaria a Somer por duzentos talentos de prata. Construiu uma cidade sobre esse monte, à qual deu o nome de Samaria, do nome de Somer, a quem pertencia o monte”. (1 Reis.16,24).
Fizeram-se escavações em 1908-1910; 1931-1935 e as ruínas do palácio de Omri e de outros palácios romanos ainda hoje lá se encontram.
Excavações no Templo Samaritano
Quando em 721 a.C. os Judeus foram deportados, os Assírios introduziram na Samaria outros povos da Babilónia e da Síria que se misturaram com os judeus ainda lá existentes.
Isto deu origem a uma população mista e a uma religião de práticas corruptas.
- “O rei da Assíria mandou vir gente da Babilónia[...] e estabeleceu-a nas cidades da Samaria, em lugar dos filhos de Israel. Apoderaram-se da Samaria e instalaram-se nas suas cidades...” (2 Reis 17,24).
- “Os povos que transferiste para as cidades da Samaria não sabem como honrar o deus da terra...” (2 Reis 17,26).
E foi assim que nasceu uma certa inimizade entre Judeus e Samaritanos de modo que a estes nem era permitido tomar parte na reconstrução do Templo depois do exílio na Babilónia, o que fez com que eles construíssem o seu próprio santuário para rivalizar com Jerusalém.
A fé dos Samaritanos baseia-se apenas no Pentateuco (Torah).
Para os Samaritanos o "Monte Gerizim era :
* - O centro do mundo.
* - O lugar escolhido explicitamente por Deus para ali se construir o Seu Templo.
* - Um lugar que já existia antes da Criação.
* - Escapou ao Dilúvio e havia de escapar ao Juízo final.
* - Lugar onde Deus criou Adão do pó da terra.
* - Lugar onde Abraão levantou o altar para o sacrifício de Isaac.
* - Lugar onde Moisés escreveu o Torah (Lei).
* - Lugar onde a "Luz do Mundo" havia de voltar para se restabelecer a Aliança de Deus com o povo, lugar da vingança e da recompensa em que os bons voltavam para o Éden e os maus para o fogo.
Em 125 a.C. Hyrcanus anexou parte da Samaria e da Idumeia.
Os povos destes territórios foram forçados a aceitar o Judaísmo, como meio de garantir a sua lealdade. (Entre estes povos estavam os antepassados do que havia de vir a ser o Herodes-o-Grande).
No ano 108 a.C. Hyrcanus deu início a uma segunda campanha na Samaria.
Siquém foi tomada, acabando-se assim a longa história do famoso lugar onde Abraão teria levantado o primeiro altar na Terra Prometida e o altar para o sacrifício de Isaac.
Depois de um ano a cidade de Samaria foi destruída.
No tempo de Jesus, os Galileus, para irem ao templo de Jerusalém teriam que atravessar a Samaria e Jesus por lá passou várias vezes de ida e volta a Jerusalém.
* - Em Betânia da Samaria, ressuscitou Lázaro... (Jo. 11,1-44).
* - Em Sicar, uma cidade da Samaria, junto ao poço de Jacob, Jesus encontrou a Samaritana com quem falou e a quem revelou a água que corre para a vida eterna..(Jo.4,l-42).
* - Como as longas caminhadas daqueles tempos tinham muitos perigos dos salteadores, Jesus contou a parábola do Bom Samaritano. (Lc. 10,25-37).
* - Foi em Betânia da Samaria que uma mulher lavou os pés a Jesus, os enxugou com os seus cabelos e os ungiu com um caro perfume que, segundo a sugestão de Judas, se poderia vender por 300 denários em favor dos pobres.(Jo.12,1-11).
Fonte: Exsurge Domini
Fonte: Lista Exsurge Domini
Autor: John Nascimento
Transmissão: Rogério Hirota (SacroSancttus)
Samaria com o rio Jordão a Leste...
A Samaria era uma das Províncias da Palestina entre a Galileia ao Norte e a Judeia ao Sul, tendo o rio Jordão a Leste.
A sua cidade principal também se chamava Samaria (cerca da presente cidade de Sebastiye), fundada por Omri, (Amri) rei de Israel no século IX a.C., que fez dela a capital do seu Reino :
- “(Amri) comprou o monte de Samaria a Somer por duzentos talentos de prata. Construiu uma cidade sobre esse monte, à qual deu o nome de Samaria, do nome de Somer, a quem pertencia o monte”. (1 Reis.16,24).
Fizeram-se escavações em 1908-1910; 1931-1935 e as ruínas do palácio de Omri e de outros palácios romanos ainda hoje lá se encontram.
Excavações no Templo Samaritano
Quando em 721 a.C. os Judeus foram deportados, os Assírios introduziram na Samaria outros povos da Babilónia e da Síria que se misturaram com os judeus ainda lá existentes.
Isto deu origem a uma população mista e a uma religião de práticas corruptas.
- “O rei da Assíria mandou vir gente da Babilónia[...] e estabeleceu-a nas cidades da Samaria, em lugar dos filhos de Israel. Apoderaram-se da Samaria e instalaram-se nas suas cidades...” (2 Reis 17,24).
- “Os povos que transferiste para as cidades da Samaria não sabem como honrar o deus da terra...” (2 Reis 17,26).
E foi assim que nasceu uma certa inimizade entre Judeus e Samaritanos de modo que a estes nem era permitido tomar parte na reconstrução do Templo depois do exílio na Babilónia, o que fez com que eles construíssem o seu próprio santuário para rivalizar com Jerusalém.
A fé dos Samaritanos baseia-se apenas no Pentateuco (Torah).
Para os Samaritanos o "Monte Gerizim era :
* - O centro do mundo.
* - O lugar escolhido explicitamente por Deus para ali se construir o Seu Templo.
* - Um lugar que já existia antes da Criação.
* - Escapou ao Dilúvio e havia de escapar ao Juízo final.
* - Lugar onde Deus criou Adão do pó da terra.
* - Lugar onde Abraão levantou o altar para o sacrifício de Isaac.
* - Lugar onde Moisés escreveu o Torah (Lei).
* - Lugar onde a "Luz do Mundo" havia de voltar para se restabelecer a Aliança de Deus com o povo, lugar da vingança e da recompensa em que os bons voltavam para o Éden e os maus para o fogo.
Em 125 a.C. Hyrcanus anexou parte da Samaria e da Idumeia.
Os povos destes territórios foram forçados a aceitar o Judaísmo, como meio de garantir a sua lealdade. (Entre estes povos estavam os antepassados do que havia de vir a ser o Herodes-o-Grande).
No ano 108 a.C. Hyrcanus deu início a uma segunda campanha na Samaria.
Siquém foi tomada, acabando-se assim a longa história do famoso lugar onde Abraão teria levantado o primeiro altar na Terra Prometida e o altar para o sacrifício de Isaac.
Depois de um ano a cidade de Samaria foi destruída.
No tempo de Jesus, os Galileus, para irem ao templo de Jerusalém teriam que atravessar a Samaria e Jesus por lá passou várias vezes de ida e volta a Jerusalém.
* - Em Betânia da Samaria, ressuscitou Lázaro... (Jo. 11,1-44).
* - Em Sicar, uma cidade da Samaria, junto ao poço de Jacob, Jesus encontrou a Samaritana com quem falou e a quem revelou a água que corre para a vida eterna..(Jo.4,l-42).
* - Como as longas caminhadas daqueles tempos tinham muitos perigos dos salteadores, Jesus contou a parábola do Bom Samaritano. (Lc. 10,25-37).
* - Foi em Betânia da Samaria que uma mulher lavou os pés a Jesus, os enxugou com os seus cabelos e os ungiu com um caro perfume que, segundo a sugestão de Judas, se poderia vender por 300 denários em favor dos pobres.(Jo.12,1-11).
Fonte: Exsurge Domini
Sidonia
Sidonia
Fonte: Lista Exsurge Domini
Autor: John Nascimento
Transmissão: Rogério Hirota (SacroSancttus)
Era uma cidade de Fenícia situada onde é actualmente a moderna Saida a 42 quilómetros a sul de Beirute e a 38 quilómetros a Norte de Tiro.
Nos tempos antigos tinha um duplo porto de mar protegido por uma ilha e estava dividida em duas cidades, a cidade do porto da ilha e a cidade com a fortaleza principal.
A cidade moderna está situada sobre as ruínas da antiga.
Uma necrópole fenícia e as ruínas do templo de Eshmun, estão situadas na periferia da cidade.
A antiguidade de Sidónia não se conhece ao certo, mas sabe-se que já existia na primeira parte do segundo milénio a.C.
Antes da fundação da potência marítima de Creta, nesse período, Sidónia tinha já um império comercial com uma cadeia de mercados e colónias nos principais pontos da Ásia.
Durante o segundo milénio, Sidónia foi a líder de todas as cidades da Fenícia.
Em documentos antigos, quando se fala em “Sidónios” muitas vezes se quer designar todos os habitantes da costa fenícia ou todos os fenícios.
- “Viram ali um povo que vivia em segurança, pacífico e tranquilo, segundo o costume dos sidónios”.(Jz.18,7).
Depois do século XI a.C. Sidónia perdeu a sua hegemonia em favor de Tiro, possivelmente por causa da captura da cidade pelos fenícios.
No Antigo Testamento Sidónia (ou Sidon) é muitas vezes mencionada juntamente com Tiro.
No Novo Testamento também é muitas vezes mencionada :
* Jesus esteve nas proximidades de Tiro e de Sidónia :
- “Jesus partiu dali e retirou-Se para os lados de Tiro e Sidónia”.(Mt.15,21; Mc.7,24,31).
* Os povos da Judeia e da fenícia vieram ouvir Jesus :
- “Da Judeia, de Jerusalém, da Idumeia, de além Jordão e das cercanias de Tiro e de Sidónia, veio ter com Ele uma grande multidão, ao ouvir dizer o que fazia”.(Mc.3,8;Lc.6,16).
* Jesus usa Tiro e Sidónia como exemplos de profundo paganismo, mas que se teria convertido se lhe concedessem o que foi dado a Galileia :
- “Aide ti Corozaim! Ai de ti Betzaida ! Porque, se os milagres realizados entre vós , tivessem sido realizados em Tiro e em Sidónia, de há muito teriam feito penitência no saco e na cinza”.(Mt.11,21; Lc.10,13).
* Os Actos fazem referência a um desentendimento entre Herodes Agripa e os habitantes de Tiro e Sidónia; as cidades fenícias estavam incluídas no seu reino :
- “Herodes estava enfurecido com os habitantes de Tiro e de Sidónia”.(Act.12,20).
* Sidónia foi o primeiro porto onde ancorou o barco que levava Paulo quando ia para Roma :
- “No dia seguinte, fizemos escala em Sidónia, e Júlio, que tratava de Paulo com humanidade, permitiu-lhe que fosse ter com os amigos e deles recebesse os seus cuidados”.(Act.27,3).
Fonte: Exsurge Domini
Fonte: Lista Exsurge Domini
Autor: John Nascimento
Transmissão: Rogério Hirota (SacroSancttus)
Era uma cidade de Fenícia situada onde é actualmente a moderna Saida a 42 quilómetros a sul de Beirute e a 38 quilómetros a Norte de Tiro.
Nos tempos antigos tinha um duplo porto de mar protegido por uma ilha e estava dividida em duas cidades, a cidade do porto da ilha e a cidade com a fortaleza principal.
A cidade moderna está situada sobre as ruínas da antiga.
Uma necrópole fenícia e as ruínas do templo de Eshmun, estão situadas na periferia da cidade.
A antiguidade de Sidónia não se conhece ao certo, mas sabe-se que já existia na primeira parte do segundo milénio a.C.
Antes da fundação da potência marítima de Creta, nesse período, Sidónia tinha já um império comercial com uma cadeia de mercados e colónias nos principais pontos da Ásia.
Durante o segundo milénio, Sidónia foi a líder de todas as cidades da Fenícia.
Em documentos antigos, quando se fala em “Sidónios” muitas vezes se quer designar todos os habitantes da costa fenícia ou todos os fenícios.
- “Viram ali um povo que vivia em segurança, pacífico e tranquilo, segundo o costume dos sidónios”.(Jz.18,7).
Depois do século XI a.C. Sidónia perdeu a sua hegemonia em favor de Tiro, possivelmente por causa da captura da cidade pelos fenícios.
No Antigo Testamento Sidónia (ou Sidon) é muitas vezes mencionada juntamente com Tiro.
No Novo Testamento também é muitas vezes mencionada :
* Jesus esteve nas proximidades de Tiro e de Sidónia :
- “Jesus partiu dali e retirou-Se para os lados de Tiro e Sidónia”.(Mt.15,21; Mc.7,24,31).
* Os povos da Judeia e da fenícia vieram ouvir Jesus :
- “Da Judeia, de Jerusalém, da Idumeia, de além Jordão e das cercanias de Tiro e de Sidónia, veio ter com Ele uma grande multidão, ao ouvir dizer o que fazia”.(Mc.3,8;Lc.6,16).
* Jesus usa Tiro e Sidónia como exemplos de profundo paganismo, mas que se teria convertido se lhe concedessem o que foi dado a Galileia :
- “Aide ti Corozaim! Ai de ti Betzaida ! Porque, se os milagres realizados entre vós , tivessem sido realizados em Tiro e em Sidónia, de há muito teriam feito penitência no saco e na cinza”.(Mt.11,21; Lc.10,13).
* Os Actos fazem referência a um desentendimento entre Herodes Agripa e os habitantes de Tiro e Sidónia; as cidades fenícias estavam incluídas no seu reino :
- “Herodes estava enfurecido com os habitantes de Tiro e de Sidónia”.(Act.12,20).
* Sidónia foi o primeiro porto onde ancorou o barco que levava Paulo quando ia para Roma :
- “No dia seguinte, fizemos escala em Sidónia, e Júlio, que tratava de Paulo com humanidade, permitiu-lhe que fosse ter com os amigos e deles recebesse os seus cuidados”.(Act.27,3).
Fonte: Exsurge Domini
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Siria
Siria
Fonte: Lista Exsurge Domini
Autor: John Nascimento
Transmissão: Rogério Hirota (SacroSancttus)
Possivelmente uma corrupção de "Assíria", era o nome geográfico de uma região na parte Ocidental da Ásia, rodeada a Norte pelos montes de Taurus, a Leste pelo Eufrates, a Sul pela Palestina e a Oeste pelo mar Mediterrâneo.
A Síria e os seus habitantes, também chamados arameus, são muito citados no Antigo Testamento desde o Génesis, como descendentes de "Aram" (Arameus - Gn. 10/22); 2 Sam.10/7,11).
Em Daniel diz-se que os caldeus falavam a língua aramaica (Dan.2/4).
A actual Síria Política é a mesma da antiga com a excepção dos Montes Taurus que pertencem à Turquia.
É uma República socialista do Sudoeste da Ásia cuja capital é Damasco.
As suas comunidades cristãs ainda são as que foram fundadas pelos Apóstolos.
S. Pedro fundou a Sé de Antioquia antes de ir para Roma.
Damasco tornou-se um centro de muita influência.
Toda a área foi lugar de grandes homens e de grandes acontecimentos na primitiva história da Igreja.
Aí se desenvolveu o Monasticismo no século IV.
Aí nasceram também as heresias dos Monofisitas e dos Monotelitas.
Aos Sírios bizantinos que permanecem em comunhão com Roma deram o nome de Melquitas.
Os cristãos de várias convicções - Jacobitas, Ortodoxos e Melquitas - foram sujeitos a vários graus de opressão por parte dos Árabes a partir de 638 e dos Turcos de Ottoman, que isolaram a região e a controlaram desde 1516 até ao fim da Segunda Grande Guerra Mundial (1939-1945).
Há na Síria 3 Patriarcados (Antioquia dos Maronitas e Grécia dos Melquitas e dos Sírios, este residente no Líbano -); 12 Arquidioceses (l Arménia, 2 Maronitas, 5 Melquitas gregas, 4 Sírias); 3 dioceses (Arménia, Caldeia e Marotina); l vicariato apostólico (Latino); l Patriarca, 16 arcebispos; 7 bispos; 198 paróquias; 252 sacerdotes (154 diocesanos e 98 religiosos); 282.000 católicos (2.1% do total); População 12.960.000.
A Síria é citada várias vezes no Novo Testamento :
- A Sua fama estendeu-se por toda a Síria e traziam-Lhe todos os que sofriam de qualquer mal. Mt.4/24
- Este recenseamento foi o primeiro que se fez sendo Quirino governador da Síria. (Lc.2/2).
- "Os Apóstolos e anciãos, vossos irmãos, de origem pagã residentes em Antioquia, na Síria e na Cilícia, saudações !( Act. 15/23).
- Depois de se ter demorado algum tempo ainda, Paulo despediu-se dos irmãos e embarcou para a Síria... (Act. 18/18).
- Uma conspiração fomentada contra ele pelos judeus, quando ia a embarcar para a Síria, levou-o a tomar a decisão... (Act.20/3).
- Chegando à vista de Chipre, que deixámos à esquerda, seguimos em direcção à Síria e aportámos a Tiro... (Act.21/3).
- Depois fui para as regiões da Síria...( Gal. 1/21).
Fonte: Exsurge Domini
Fonte: Lista Exsurge Domini
Autor: John Nascimento
Transmissão: Rogério Hirota (SacroSancttus)
Possivelmente uma corrupção de "Assíria", era o nome geográfico de uma região na parte Ocidental da Ásia, rodeada a Norte pelos montes de Taurus, a Leste pelo Eufrates, a Sul pela Palestina e a Oeste pelo mar Mediterrâneo.
A Síria e os seus habitantes, também chamados arameus, são muito citados no Antigo Testamento desde o Génesis, como descendentes de "Aram" (Arameus - Gn. 10/22); 2 Sam.10/7,11).
Em Daniel diz-se que os caldeus falavam a língua aramaica (Dan.2/4).
A actual Síria Política é a mesma da antiga com a excepção dos Montes Taurus que pertencem à Turquia.
É uma República socialista do Sudoeste da Ásia cuja capital é Damasco.
As suas comunidades cristãs ainda são as que foram fundadas pelos Apóstolos.
S. Pedro fundou a Sé de Antioquia antes de ir para Roma.
Damasco tornou-se um centro de muita influência.
Toda a área foi lugar de grandes homens e de grandes acontecimentos na primitiva história da Igreja.
Aí se desenvolveu o Monasticismo no século IV.
Aí nasceram também as heresias dos Monofisitas e dos Monotelitas.
Aos Sírios bizantinos que permanecem em comunhão com Roma deram o nome de Melquitas.
Os cristãos de várias convicções - Jacobitas, Ortodoxos e Melquitas - foram sujeitos a vários graus de opressão por parte dos Árabes a partir de 638 e dos Turcos de Ottoman, que isolaram a região e a controlaram desde 1516 até ao fim da Segunda Grande Guerra Mundial (1939-1945).
Há na Síria 3 Patriarcados (Antioquia dos Maronitas e Grécia dos Melquitas e dos Sírios, este residente no Líbano -); 12 Arquidioceses (l Arménia, 2 Maronitas, 5 Melquitas gregas, 4 Sírias); 3 dioceses (Arménia, Caldeia e Marotina); l vicariato apostólico (Latino); l Patriarca, 16 arcebispos; 7 bispos; 198 paróquias; 252 sacerdotes (154 diocesanos e 98 religiosos); 282.000 católicos (2.1% do total); População 12.960.000.
A Síria é citada várias vezes no Novo Testamento :
- A Sua fama estendeu-se por toda a Síria e traziam-Lhe todos os que sofriam de qualquer mal. Mt.4/24
- Este recenseamento foi o primeiro que se fez sendo Quirino governador da Síria. (Lc.2/2).
- "Os Apóstolos e anciãos, vossos irmãos, de origem pagã residentes em Antioquia, na Síria e na Cilícia, saudações !( Act. 15/23).
- Depois de se ter demorado algum tempo ainda, Paulo despediu-se dos irmãos e embarcou para a Síria... (Act. 18/18).
- Uma conspiração fomentada contra ele pelos judeus, quando ia a embarcar para a Síria, levou-o a tomar a decisão... (Act.20/3).
- Chegando à vista de Chipre, que deixámos à esquerda, seguimos em direcção à Síria e aportámos a Tiro... (Act.21/3).
- Depois fui para as regiões da Síria...( Gal. 1/21).
Fonte: Exsurge Domini
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