Uma "Audiência pública", que não foi pública nem democrática, mas sim uma "Audiência passa-moleque"
A "Audiência publica", realizada no dia 24 p.p. no Tribunal de Justiça de São Paulo (vide post abaixo: "Contra a opinião pública pretende-se reformar (na marra) o Código Penal a fim de despenalizar o crime do aborto"), foi, EM TESE, um evento realizado a fim de se ouvir setores da sociedade e se debater democraticamente eventuais mudanças no Código Penal no tocante ao aborto. Entretanto, foi, NA PRÁTICA, uma audiência para se cumprir exigências de abortistas e feministas. [foto à direita]
O Cel. Paes de Lira participou dessa audiência manipulada e fez oportunas declarações num, por assim dizer, "jornal falado" de como transcorreu a sessão. Como o leitor poderá tomar conhecimento assistindo o vídeo abaixo -- publicado originalmente no site "A Voz do Brasil pela Vida" --, o que se pretendia debater já estava previamente decidido... Ou seja, tal "audiência" foi, na realidade, uma vergonhosa encenação e uma grande fraude para se tentar despenalizar o crime do aborto e da eutanásia no Brasil.
Fonte: Família Católica
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sábado, 10 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
A “March For Life”, a mídia brasileira e o binóculo invertido
A “March For Life”, a mídia brasileira e o binóculo invertido
Paulo Roberto Campos
prccampos@terra.com.br
Como já é uma tradição, anualmente realiza-se em Washington, sempre nos meses de janeiro, a March For Life, organizada por diversos movimentos contrários ao aborto nos Estados Unidos.
Apesar da chuva e do frio intensíssimo, no dia 23 último, pelo menos 300 MIL pessoas participaram da Marcha Pela Vida, já em sua 39ª edição, pelas avenidas próximas à sede da Suprema Corte, em protesto contra o aborto e pedindo a anulação da lei abortiva (Roe v. Wade) aprovada em 1973.
Tenho a impressão de que a mídia brasileira tem um binóculo invertido, utilizado sempre do lado oposto para diminuir os grandes acontecimentos contrários aos interesses midiáticos e esquerdistas, como as manifestações contrárias ao aborto, ao “casamento” homossexual, à imoralidade na TV, etc. Assim, as 300 MIL pessoas, ficam reduzidas e vistas como se fossem apenas 3 — portanto sem motivo para se noticiar. Se fosse uma manifestação de meia dúzia de abortistas, ou de homossexuais, a mídia utilizaria, não apenas o binóculo do lado certo, mas um potentíssimo telescópio para ampliar ao máximo. Assim, os 6 manifestantes seriam multiplicados e vistos como se fossem 600 MIL — portanto, motivo arqui suficiente para grandes manchetes nos jornais, rádios, TVs.
A mídia tupiniquim, agindo e vendo as coisas desse modo torto, impediu que os brasileiros vissem a impressionante manifestação em Washington. Mas um leitor do Blog da Família, Antonio Fragelli, participou da Marcha e enviou-me um CD com muitas e excelentes fotos da gigantesca March For Life.
A mídia “não viu”, mas nós poderemos ver, e poderemos "furar" o bloqueio midiático, recomendando a nossos amigos, por meio da Internet, que também vejam e divulguem o que a mídia "NUNCA VÊ", ou SEMPRE CENSURA: aquilo que é favor dos interesses da instituição familiar!
Fonte: Família Católica
Paulo Roberto Campos
prccampos@terra.com.br
Como já é uma tradição, anualmente realiza-se em Washington, sempre nos meses de janeiro, a March For Life, organizada por diversos movimentos contrários ao aborto nos Estados Unidos.
Apesar da chuva e do frio intensíssimo, no dia 23 último, pelo menos 300 MIL pessoas participaram da Marcha Pela Vida, já em sua 39ª edição, pelas avenidas próximas à sede da Suprema Corte, em protesto contra o aborto e pedindo a anulação da lei abortiva (Roe v. Wade) aprovada em 1973.
Tenho a impressão de que a mídia brasileira tem um binóculo invertido, utilizado sempre do lado oposto para diminuir os grandes acontecimentos contrários aos interesses midiáticos e esquerdistas, como as manifestações contrárias ao aborto, ao “casamento” homossexual, à imoralidade na TV, etc. Assim, as 300 MIL pessoas, ficam reduzidas e vistas como se fossem apenas 3 — portanto sem motivo para se noticiar. Se fosse uma manifestação de meia dúzia de abortistas, ou de homossexuais, a mídia utilizaria, não apenas o binóculo do lado certo, mas um potentíssimo telescópio para ampliar ao máximo. Assim, os 6 manifestantes seriam multiplicados e vistos como se fossem 600 MIL — portanto, motivo arqui suficiente para grandes manchetes nos jornais, rádios, TVs.
A mídia tupiniquim, agindo e vendo as coisas desse modo torto, impediu que os brasileiros vissem a impressionante manifestação em Washington. Mas um leitor do Blog da Família, Antonio Fragelli, participou da Marcha e enviou-me um CD com muitas e excelentes fotos da gigantesca March For Life.
A mídia “não viu”, mas nós poderemos ver, e poderemos "furar" o bloqueio midiático, recomendando a nossos amigos, por meio da Internet, que também vejam e divulguem o que a mídia "NUNCA VÊ", ou SEMPRE CENSURA: aquilo que é favor dos interesses da instituição familiar!
Fonte: Família Católica
MARCHA PELA VIDA 2012 EM PARIS
MARCHA PELA VIDA 2012 EM PARIS
Fonte: Blog "Luzes de Esperança"
http://luzesdeesperanca.blogspot.com/
O apoio à Marcha pela Vida 2012 em Paris não teve precedentes. A “guerra dos números” oscilou entre 7.000 e 40.000, segundo as fontes. Porém, para as estimativas ponderadas, a participação, já nutrida do ano passado, neste ano foi duplicada em número e entusiasmo.
No dia 8 de janeiro, a passeata – composta majoritariamente por jovens – partiu da central Place de la République em direção à Opera, percorrendo famosos bulevares parisienses. Os organizadores aguardam que com a crescente manifestação de força dos defensores da vida, os políticos não finjam ignorar o tema nos debates eleitorais.
Um dos sinais mais esperançosos deste ano foi o aumento da participação no evento dos bispos católicos, ainda propensos ao “progressismo” e relutantes em se opor à Revolução Cultural.
Segundo a agência canadense LifeSiteNews, a maior surpresa foi a reviravolta do cardeal arcebispo de Paris, D. André Vingt-Trois, que em 2009 se dissociou publicamente da Marcha. Ele chegou então a declarar na Rádio Notre-Dame, pertencente à arquidiocese: “Eu não acho que se deva gritar aos quatro ventos”. Como se Jesus Cristo não tivesse ordenado aos cristãos de “pregar o Evangelho de cima dos telhados” (cfr. Mat, 10, 26-27).
Em novembro, falando diante da plenária do episcopado francês, o Cardeal Vingt-Trois qualificou a Marcha pela Vida como “um dos meios de ação que os cristãos têm para escolher”. Algo muito pobre diante da magnitude do massacre dos inocentes, mas que já foi algo na linha da inversão percebida.
Veja vídeo
Marcha pela Vida Paris 2012
Segundo a agência canadense, a pressão crescente de católicos pela vida fez com que 32 bispos apoiassem a Marcha. O Cardeal Barbarin – Arcebispo de Lyon e Primaz da França – mandou sua bênção, e três bispos participaram pessoalmente da marcha. Também foi sem precedentes e de muito peso a participação de jovens sacerdotes de Paris e de todo país. Os jovens que animavam a Marcha ainda não haviam nascido quando foi aprovada a lei do aborto em 1975, época em que por esses mesmos bulevares desfilavam passeatas feministas. Estas hoje estão quase desaparecidas da rua, mas ocupam posições nos governos, na mídia e nos partidos de diversas tendências. Sobretudo nos ecologistas e de esquerda.
Os protestos visavam também à eutanásia e às ações anti-familiares do governo francês – como a distribuição gratuita de preservativos nas escolas secundárias, reembolso pela Segurança Social da pílula do dia seguinte, o favorecimento da “ideologia de gênero” nas escolas públicas e o “casamento” homossexual. Mais de 220.000 abortos legais são realizados anualmente na França e os números estão crescendo. É urgente fazer cessar esse massacre, e tanto os jovens como as famílias francesas o estão dizendo cada vez mais desinibida e corajosamente. Paris está sendo o palco privilegiado para essa reação católica na Europa.
Video: Marcha pela Vida, Paris 2012
Postado por Paulo Roberto Campos
Fonte: Família Católica
Fonte: Blog "Luzes de Esperança"
http://luzesdeesperanca.blogspot.com/
O apoio à Marcha pela Vida 2012 em Paris não teve precedentes. A “guerra dos números” oscilou entre 7.000 e 40.000, segundo as fontes. Porém, para as estimativas ponderadas, a participação, já nutrida do ano passado, neste ano foi duplicada em número e entusiasmo.
No dia 8 de janeiro, a passeata – composta majoritariamente por jovens – partiu da central Place de la République em direção à Opera, percorrendo famosos bulevares parisienses. Os organizadores aguardam que com a crescente manifestação de força dos defensores da vida, os políticos não finjam ignorar o tema nos debates eleitorais.
Um dos sinais mais esperançosos deste ano foi o aumento da participação no evento dos bispos católicos, ainda propensos ao “progressismo” e relutantes em se opor à Revolução Cultural.
Segundo a agência canadense LifeSiteNews, a maior surpresa foi a reviravolta do cardeal arcebispo de Paris, D. André Vingt-Trois, que em 2009 se dissociou publicamente da Marcha. Ele chegou então a declarar na Rádio Notre-Dame, pertencente à arquidiocese: “Eu não acho que se deva gritar aos quatro ventos”. Como se Jesus Cristo não tivesse ordenado aos cristãos de “pregar o Evangelho de cima dos telhados” (cfr. Mat, 10, 26-27).
Em novembro, falando diante da plenária do episcopado francês, o Cardeal Vingt-Trois qualificou a Marcha pela Vida como “um dos meios de ação que os cristãos têm para escolher”. Algo muito pobre diante da magnitude do massacre dos inocentes, mas que já foi algo na linha da inversão percebida.
Veja vídeo
Marcha pela Vida Paris 2012
Segundo a agência canadense, a pressão crescente de católicos pela vida fez com que 32 bispos apoiassem a Marcha. O Cardeal Barbarin – Arcebispo de Lyon e Primaz da França – mandou sua bênção, e três bispos participaram pessoalmente da marcha. Também foi sem precedentes e de muito peso a participação de jovens sacerdotes de Paris e de todo país. Os jovens que animavam a Marcha ainda não haviam nascido quando foi aprovada a lei do aborto em 1975, época em que por esses mesmos bulevares desfilavam passeatas feministas. Estas hoje estão quase desaparecidas da rua, mas ocupam posições nos governos, na mídia e nos partidos de diversas tendências. Sobretudo nos ecologistas e de esquerda.
Os protestos visavam também à eutanásia e às ações anti-familiares do governo francês – como a distribuição gratuita de preservativos nas escolas secundárias, reembolso pela Segurança Social da pílula do dia seguinte, o favorecimento da “ideologia de gênero” nas escolas públicas e o “casamento” homossexual. Mais de 220.000 abortos legais são realizados anualmente na França e os números estão crescendo. É urgente fazer cessar esse massacre, e tanto os jovens como as famílias francesas o estão dizendo cada vez mais desinibida e corajosamente. Paris está sendo o palco privilegiado para essa reação católica na Europa.
Video: Marcha pela Vida, Paris 2012
Postado por Paulo Roberto Campos
Fonte: Família Católica
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