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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Conversão da ex-protestante Rianne Spoon

Conversão da ex-protestante Rianne Spoon


http://www.opusdei.org.br/art.php?p=9339


Rianne Spoon, holandesa de 22 anos e estudante de medicina, foi recebida na Igreja Católica no dia 12 de dezembro de 2004, durante uma Missa solene celebrada na Catedral de Santa Catarina de Utrecht.

12 de janeiro de 2005
Fui a Utrecht para começar a universidade. Queria estudar medicina. Precisava de uma residência para morar e fui parar em Hogeland, conhecida por sua clara inspiração católica. Eu tinha sido educada com a idéia de que a fé católica era uma doutrina errônea, e por isso me perguntei se era razoável que fosse morar em Hogeland. Coisas da juventude, escolhi a vantagem da dúvida e descobri rapidamente que as coisas não eram como as havia imaginado. Encontrei um ambiente de grande liberdade e respeito.

Há um ano e meio uma companheira universitária se converteu e isso me fez pensar muito. Dava-me conta de que acreditávamos no mesmo Deus. Apesar de ter uma forte sensação de unidade com a fé católica, havia dois pontos de desunião: a Eucaristia e a maneira de ver Maria, a Mãe de Deus. Depois de um período de estudo sobre estes e outros temas, decidi fazer a profissão de fé na comunidade protestante a que pertence a minha família, ainda que tivesse dificuldades em alguns pontos, como por exemplo o modo como viam a Igreja Católica.

Esta decisão de parar de procurar e abandonar tudo nas mãos de Deus não me deu a paz. As dúvidas não saíam da minha cabeça e estava intranqüila. Na residência de Hogeland há um oratório, onde muitas estudantes vão rezar ou assistem à Missa que um sacerdote do Opus Dei celebra todos os dias.

Recordo que não podia passar perto do oratório sem sentir a necessidade de entrar. É difícil explicar os sentimentos. Na situação em que me encontrava, dava-me conta de que se me decidisse a entrar no oratório e me ajoelhasse diante da Sua Presença no sacrário, não poderia continuar sendo protestante. Naquele momento não queria comprometer-me a fazê-lo: não tinha a motivação nem a segurança de poder tomar essa decisão. Não queria desobedecer nem à minha comunidade cristã nem à minha família, de modo que decidi deixar passar o tempo com a esperança de que todos os meus “problemas” desaparecessem.

Hogeland“Deus não se cansa de esperar”
Depois veio o Natal e a claridade que esperava encontrar nesse tempo de felicidade e descanso não se produziu. A leitura de uma passagem do livro “Por fim em casa”, de Henri Nouwen, voltou a dar-me esperança. Fez-me muito bem ler que Deus nos quer infinitamente, tanto que não deseja de nós um amor obrigado, mas livre. Ele sabe esperar. Não se cansa de esperar.

Mas o que teve um papel decisivo na minha conversão foi a Eucaristia. Tinha inveja das pessoas que iam todos os dias à Missa. Não podia imaginar a minha vida como católica sem ir diariamente à Missa. Também foi importante, sem dúvida, encontrar no Papa a figura de um pai, e ver brilhar o rosto de Cristo nos sacerdotes e nos católicos que conheci.

Olhando para trás, não deixa de surpreender-me como Deus atuou comigo. Por um lado, porque a maior parte da fé católica eu aprendi tomando um copo de chocolate quente com a minha amiga Agnes. Por outro lado, e refletindo seriamente, porque comprovei na minha própria pele que Cristo vive. Se escrevo estas coisas, é somente para compartilhar o meu agradecimento. Como diz um sacerdote que me ajudou neste caminho em direção à fé plena, “não só devo estar agradecida pelo que recebi, mas também pelo que a partir de agora posso significar para outros, se sou fiel”.

Hogeland é uma residência para universitárias de Utrecht, em que as atividades de formação espiritual estão encomendadas à Prelazia do Opus Dei.
Mais informações em: www.instudo.nl/hogeland/index.html
Fonte: Exsurge Domini

Testemunho de menina ante o câncer gera conversões ao catolicismo

Testemunho de menina ante o câncer gera conversões ao catolicismo

Autor: ACI - Digital
Fonte: http://www.miguelmartini.com/release/ver.php?id=171

11/08/09
Testemunho de menina católica ante o câncer gera conversões ao catolicismo nos EUA

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Seattle, 10 Ago. 09 / 09:02 am (ACI).- A breve vida de uma menina devota católica em Seattle, Washington, permitiu o retorno à Igreja de muitos católicos e a conversão pelo menos dez americanos. O testemunho de fé que deu ao lutar contra um doloroso câncer deu numerosos frutos e inclusive permitiu a fundação de uma organização dedicada a apoiar a famílias com membros doentes.

Glorifica Strauss nasceu em 1996, tinha seis irmãos e levou uma vida completamente normal até cumprir os 7 anos de idade. Era amável, alegre, carinhosa e muito piedosa. Gostava de muito da oração do Terço.

Em uma entrevista à CatholicNewsAgency.com, seu pai Doug Strauss, recordou que no ano 2003 Glória recebeu um acidental golpe de bola no rosto e quando a lesão desapareceu ficou um vulto suspeito.

Os médicos lhe diagnosticaram um câncer avançado conhecido como neuroblastoma e lhe deram entre três meses e três anos de vida. Glória foi submetida a uma cirurgia e recebeu tratamentos de quimioterapia.

Um colunista do Seattle Times se interessou pela história da família e seu primeiro artigo atraiu a muitos leitores. O caso chegou aos meios de todo o país, unindo milhares de pessoas em uma grande cadeia de oração.

Quando a saúde de Glória piorou no ano 2007, a família começou a receber a dezenas de pessoas em sua casa para rezar o Terço e entoar canções religiosas com a menina. Quando aumentou a afluência de pessoas, cinco membros da comunidade abriram seus lares para continuar com as orações.

Glória foi submetida a novas sessões de quimioterapia e inclusive tentaram um transplante de células mãe extraídas de sua própria medula. Ante a dor de sua filha alguns questionaram o seu pai sobre a "qualidade de vida" que levava a menor.

Doug Strauss estava confundido e decidiu perguntar a Glória se ela tinha "qualidade de vida". A menina lhe respondeu: "Sim papai!" e emocionada acrescentou que muitas pessoas estavam começando a rezar por causa da sua enfermidade.

"Ela ensinou a todos a maneira de levar uma cruz. Deu-nos como presente seu próprio compromisso em uma relação constante com Deus através da oração. Ela sempre disse, ‘sim’", recorda Doug.

O testemunho de Glória atraiu a pessoas de todas as religiões. "Todo mundo sabia que somos católicos –não tivemos que professar nossa fé– e queríamos orações de todos", assinalou.

O câncer seguiu avançando e a pequena Glória faleceu em 21 de setembro de 2007. Tinha onze anos.

Mais de três mil pessoas assistiram a seu funeral, a família começou a receber histórias de como o testemunho de sua filha tinha mudado vidas e tem conhecimento de pelo menos dez pessoas que se converteram ao catolicismo por conhecer a história de Glória. Uma família de luteranos que compartilhou um acampamento com a família Strauss decidiu converter-se ao catolicismo antes da morte da menina. Glória soube desta conversão e manifestou sua alegria.

Com a ajuda de um empresário local, a família Strauss iniciou uma organização em memória de sua filha. Chama-se Glória’s angels e se dedica a assistir a famílias que têm algum membro com uma enfermidade grave.
Fonte: Exsurge Domini

Testemunho Sacerdotal: "Eu perdi e Deus venceu"

Testemunho Sacerdotal: "Eu perdi e Deus venceu"


"Eu perdi e Deus venceu”

Kathmandu, 15 ago (SIR) –

“Eu perdi e Deus venceu”. A senhora Sharma não imaginava para o seu único filho homem um futuro como sacerdote. Esperava que encontrasse um bom trabalho, se tornasse “uma pessoa de sucesso” e a ajudasse a sustentar a família.

Mas no dia da ordenação de Anthony cedeu à evidência. Entre os bancos da igreja de Mumbai, então Bombaim, o filho ouve a mãe dirigir-se a Deus: “Meu filho fez o que o Senhor lhe pediu e agora o seu destino é também o meu destino”.

No dia 4 de maio de 1968, dia da ordenação de Anthony, a senhora Sharma não podia imaginar que um dia o seu filho se tornaria bispo e vigário apostólico do Nepal, guia de uma comunidade de cerca 8 mil católicos, uma pequena minoria imersa em uma população de mais de 27 milhões de pessoas constituída por 86% de hinduístas, 7% de budistas e 3,5% de muçulmanos.

Ao falar sobre a vida de Dom Anthony Sharma é o próprio bispo que por ocasião do Ano Sacerdotal reuniu em Kathmandu 19 sacerdotes que vivem no leste do país e no vale onde se encontra a capital do Nepal. A eles e a outros 500 fiéis reunidos na catedral da Assunção contou a história da sua vocação. Estava indeciso entre “responder ao chamado do Senhor” ou formar uma família como optara sua irmã que “desejava tornar-se ou médica ou advogada”. “No fim eu me tornei nada mais do que um sacerdote”, contou o bispo. E dirigindo-se aos sacerdotes acrescentou: “fomos escolhidos por Deus para servir a humanidade”.
Fonte: Exsurge Domini

Testemunho de Eliane: A Cura do Câncer

Testemunho de Eliane: A Cura do Câncer


Testemunho cedido gentilmente por Eliane ao site Exsurge Domini

Gostaria muito que vocês lessem meu testemunho sobre a Intercessão de Nossa Senhora das Graças

Obrigada

Vou descrever aqui um sonho lindo que eu e meu filho tivemos.

No dia 24 de Outubro de 2001 eu passei por uma complicada cirurgia para a retirada de nódulos, nódulos estes que eram malignos ductal invasivo grau III, em metástases.Para os médicos oncologistas este é o tipo de câncer “piorzinho” que existe, o médico que me operou chegou a falar que eu teria uns 2 meses de vida... mas para Deus nada é impossível.

Logo na primeira semana em que eu passei pela cirurgia meu filho Leandro havia feito a primeira Eucaristia, ele ganhou um rosário lindo, pequenino, especial para crianças.

Durante a noite eu tive um sonho lindo: Sonhei que eu estava na cama e quando eu olhei lá estava Nossa Senhora das Graças,
linda, com o manto azul ao pé da minha cama e Ela estava com os braços estendidos em minha direção e Luzes claras vinham em minha direção.

Lembro que eu a Vi tão linda e eu perguntei para Ela: Nossa Senhora, eu vou sarar? Mas Ela nada me respondeu.
Apenas me enviava Luzes e me olhava. Ela estava tão linda.

Acordei, sabe quando a gente acorda e fica sem saber se foi um sonho ou uma visão de tão real, pois eu estava assim, quando levantei e fui até a cozinha,eu ia começar a contar meu sonho para minha mãe e nisto chegou o meu filho,aquele que tinha feito a Primeira Eucaristia e tinha recebido aquele rosário lindo, antes que eu começasse a contar meu sonho ele disse: Mãe…tive um sonho tão lindo e ele começou a contar.

Ele sonhou que estava na sala segurando o rosário e que o rosário se transformou em um coração e que este coração brilhava muito, ele disse que se levantou da sala e chegou até o meu quarto para me mostrar o rosário, e que quando chegou lá no meu quarto, ele viu Nossa Senhora e disse que Ela estava aos pés da minha cama e que me enviava luzes, meu filho disse ainda que ele sentou-se na cama e que segurou no manto de Nossa Senhora e que era um tecido azul, diferente de todos.

Meu filho Leandro disse que ele escutou eu perguntando para Nossa Senhora se eu ia sarar, e que Nossa Senhora fez o meu filho prestar atenção no que Ela ia responder, pois ele que iria me falar.

Nossa Senhora respondeu que assim que eu tirasse os pontos e o dreno eu ia ficar boa. E Ela ainda pediu para me falar que Ela visitava a gente todos os dias às 3 horas da tarde...e só para entender...todos os dias às 3 horas a gente rezava 1 terço.

Este foi o sonho que meu filho teve.

Creio que vocês perceberam que o mesmo sonho que eu tive meu filho Leandrotambém teve, na mesma noite. A única diferença é que eu apenas pude ver Nossa Senhora, já meu filho pode escutar sua palavras.

Ela usou meu filho para me passar a mensagem.

Este testemunho é verdadeiro, fato acontecido comigo e com meu filho Leandro em Outubro de 2001.

Sou devota de Nossa Senhora das Graças. Se hoje eu estou aqui viva e podendo dar este testemunho é graças a intercessão desta adorável Mãezinha que nos protege em todos momentos de nossas vidas.

Fiquem com Deus.

Eliane
Fonte: Exsurge Domini

Testemunho do Ex-Pastor Gilberto Albuquerque

Testemunho do Ex-Pastor Gilberto Albuquerque

A moeda perdida - Testemunho de conversão de ex-pastor Gilberto Albuquerque

Testemunho gentilmente cedido por Gilberto ao site e blog Exsurge Domini

Se alguém me pergunta-se a que religião pertencia, católico era a resposta, afinal todos que vão uma vez por ano na igreja assim respondem. De repente comecei a me interessar por Deus, assim, de um momento, comecei a participar de missas, de celebrações, passei a ser um fervoroso católico. Comprei minha primeira bíblia, e pela primeira vez comecei a estudar a palavra de Deus. Comecei em Genesis e fui a Apocalipse, sem interrupção. Lia no sofá, no ônibus, no banheiro, nas folgas, no trabalho, e não entendia nada. Ler a bíblia inteira uma vez não resolveu, simples, leio de novo. Agora sim, comecei a entender principalmente que a igreja , os padres e os bispos não cumpriam o que estava na bíblia. Pronto, nasceu mais um protestante.

Após este período, mudei para outra cidade, meu relacionamento com o povo católico era muito frio e distante. Comecei a freqüentar a Igreja Quadrangular, fui bem acolhido, e aquilo que eu entendia ser a religião certa era exatamente o que se praticava na Quadrangular. Como se diz popularmente, entrei com tudo. Meu crescimento foi meteórico. Em um ano já era diácono, professor , fazia parte do conselho, missionário, eu estava em todas. Ingressei na formação para Obreiros Credenciados, esta é a porta para ser um pastor. Nesta fase meu coração católico voltava a se manifestar, com muito custo me formei. Dos 22 alunos, somente eu cheguei a condição de assumir uma igreja como pastor. O coração católico continuava falando. Também a contra gosto acabei assumindo o ministério em uma igreja, onde fiquei por 7 meses. Após este período entreguei a igreja e retornei para a cidade de origem, de onde havia saído. Entrei como pastor auxiliar, e comecei a buscar conhecer o catolicismo.

Busquei saber o porque da igreja católica não praticar os ensinos bíblicos, o porque dos padres e dos bispos e até do papa serem tão errados. Que frustração. Todos estavam certos, eu é que estava errado. A doutrina que eu pregava era a errada, o que eu ensinava era o errado. O erro já era tão claro que eu o via até quando eu saía de casa para ir a igreja protestante. O coração já não falava, ele ria da minha cara.

Certo dia estava conversando com um amigo católico, ele sabendo que estava diante de um pastor evangélico, nossa conversa acabou indo para o campo religioso, senti nele um ar de inferioridade por ser um católico diante de um pastor evangélico. Meu coração voltou a falar e disse : ta vendo, você é o errado e no entanto é o certo que esta envergonhado. Sai dizendo para mim mesmo: chega , acabou.

Busquei o pároco da Igreja , fui acolhido durante uma grande missa, a verdadeira festa, o prodigo esta de volta a casa do pai. Que este testemunho resumido ajude a outros a ouvir o Espírito Santo quando ele usar o teu coração como o instrumento de Deus.

QUE DEUS NOS ABENÇOE
Fonte: Exsurge Domini

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Açougueiro: Te darei tanta carne, quanto pesar a Missa

Açougueiro: Te darei tanta carne, quanto pesar a Missa


Eucaristia: Qual é o seu valor ?
“Então a senhora vai à Missa por mim e quando voltar eu lhe darei tanta carne quanto o valor da Missa”.

Você sabe qual é o valor de uma missa?
Um testemunho baseado em um fato da vida real.

Há muitos anos, na cidade de Luxemburgo, um capitão da guarda florestal se entretinha numa animada conversação com um açougueiro quando uma senhora já idosa entrou no açougue. Ela explicou ao açougueiro que queria um pedaço de carne, porém não tinha o dinheiro para pagá-lo. Enquanto isso, o capitão observava o diálogo entre os dois e achava muito interessante, “um pedaço de carne, mas, quando a senhora vai me pagar?” perguntou o açougueiro. A senhora respondeu, “perdoe-me, não tenho condições, mas irei à Missa pelo senhor e rezarei por suas intenções”.

O açougueiro e o capitão eram boas pessoas porém indiferentes à religião e começaram a zombar da resposta da mulher.
“Está bem” disse o açougueiro, “então a senhora vai à Missa por mim, e quando voltar eu lhe darei tanta carne quanto o valor da Missa”. A mulher foi à Missa e voltou. Quando o açougueiro a viu chegando pegou um pedaço de papel e anotou a frase “ela foi à Missa por ti”, e o colocou num dos pratos da balança, e no outro prato colocou um pequeno osso. De repente o osso se transformou num pedaço de carne. E a balança abaixou para o lado onde estava o pedaço de papel. O papel pesou mais!

Os dois homens começaram a envergonharem-se diante do que viam, porém continuaram. Colocaram um grande pedaço de carne em um dos pratos da balança, mas o papel continuou pesando mais. Entrando em desespero, o açougueiro verificou a balança, mas tudo estava em perfeito estado. “O que é que a senhora quer dona, é necessário que eu lhe dê uma perna inteira do porco?”, perguntou. Enquanto falava, colocou uma perna inteira de carne de porco na balança, mas o papel continuou pesando mais. Depois colocou um pedaço maior ainda no prato, porém o papel continuou pesando mais.

A impressão do açougueiro foi tamanha que ele acabou se convertendo naquele mesmo instante e prometeu à pobre senhora que todos os dias lhe daria carne sem cobrar nada. O capitão deixou o açougue completamente transformado e se converteu num fiel participante da Missa todos os dias. Dois de seus filhos mais tarde se tornaram sacerdotes, um deles jesuíta e o outro Padre do Sagrado Coração. O capitão os educou de acordo com a sua própria experiência de fé. Um dia ordenou a seus filhos: “vocês deverão celebrar a Santa Missa todos os dias corretamente e nunca deverão deixar o sacrifício da Missa por algo pessoal”.

O Padre Stanislau, que foi quem me contou este fato verídico, acabou dizendo-me: “Eu sou o sacerdote do Sagrado Coração, e o capitão era meu pai”.

Fonte: Dicionário da Fé